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Nº 04 - Le Volcanisme de L' Île de Faial et L' Éruption du Volcan de Capelinhos (1959)

Nº 04 - Le Volcanisme de L' Île de Faial et L' Éruption du Volcan de Capelinhos (1959)


Nº 04 – Le Volcanisme de L’ Île de Faial et L’ Éruption du Volcan de Capelinhos (1959)Categoria: Publicações, Memórias (nova série)
Última atualização: 18/05/2016

20.00

O preço inclui IVA à taxa legal em vigor.

Descrição

Artigos

1. A Erupção do Faial em 1672.
F. Machado

resumo: A partir de relatos coevos e do estudo do campo de lavas ainda bem conservado, parece possível reconstituir razoavelmente a história da erupção de 1672. As manifestações vulcânicas foram precedidas de mais de uma dezena de abalos de terra, os mais intensos parecendo ter o foco na vizinhança das chaminés activas, à profundidade de cerca de 3 Km. As séries sísmicas (desde 1638) e a erupção vulcânica coincidiram então razoavelmente com os máximos de manchas solares, à semelhança do que sucede actualmente. Um tremor vulcânico contínuo foi sentido em toda a ilha do Faial, pelo menos durante os últimos 9 dias que precederam a erupção.

A actividade começou em 24 de Abril com uma curta fase explosiva, seguindo-se durante10 meses uma considerável efusão de lava basáltica a partir de duas chaminés (contraforte do Cabeço do Fogo e Pincarito). Até cerca de 1 Km das saídas a lava espalhou-se em manto contínuo; depois dividiu-se em correntes, 6 das quais atingiram o mar tendo percorrido mais 1,4 a 1,7 Km.

A lava parece que era emitida a cerca de 1100°C mas arrefecia no percurso, perdendo a mobilidade quando se aproximava dos 900°C. A viscosidade seria inicialmente 104 ou 105 poises, mas nas correntes que pararam antes de atingir o mar a viscosidade média aproximava-se provavelmente de 106 poises. A velocidade média da lava seria da ordem dos 10 cm/seg., e as correntes devem ter tido a espessura média de cerca de 50 cm. O volume de lava emitida foi estimado em 360 milhões de m3, dos quais apenas uns 16 milhões terão solidificado em terra; o caudal médio de lava excedia portanto o milhão de m3 por dia.

A energia total dissipada foi da ordem dos 1025 ergs.

2. Contribuição para a Petrografia dos Produtos Emitidos pelo Vulcão dos Capelinhos (Faial).
C. F. Torre de Assunção

resumo: (…) Neste artigo daremos conta dos resultados dos exames microscópico e químico de escórias e cinzas da fase explosiva e de lavas de texturas variadas, incluindo não só as contemporâneas da actual erupção, como também outras mais antigas, ejectadas juntamente com as actuais.O estudo químico teve por base as análises quantitativas efectuadas no Museu e Laboratório Mineralógico e Geológico da Faculdade de Ciências de Lisboa, e no Laboratório de Técnicas Físico-Químicas aplicadas à Mineralogia e à Petrologia da Junta de Investigações do Ultramar.

Dos materiais descritos e classificados neste trabalho, apenas dois – a escória da «Ilha Nova» e a lava do primeiro episódio efusivo – foram referidos em publicações anteriores.

(…) Resumo Parcial

3. Evolução Topográfica do Cone Vulcânico dos Capelinhos.
F. Machado ; J. M. Nascimento ; A. F. Dinis ( páginas)
resumo: Os levantamentos das várias fases do cone vulcânico foram feitos por métodos topográficos normais (geralmente intersecção directa). A avaliação do volume de materiais emitidos permite estimar a energia dissipada que parece ter totalizado 4×1024 ergs nos 13 meses de erupção.
4. L’ Éruption de 1957-1958 et la Tectonique de Faial (Açores).
H. Tezieff

resumo: The eruption that broke out, on the 27th September 1957, at a depth of circ. 300 ft, at a distance of 1 Km west of the most western point of the island of Faial (Azores), and built a 1sq Km peninsula, has been characterized by the huge violence of pseudo-vulcanian explosions.The kinetic energy libertated was largely over 1017 ergs per second. The length (over 4 1/2 months at the date of writing the present note) of such a mighty eruption is exceptional.

This eruption is not due to a new volcano, contrarily to current opinion, but a waking of a praehistoric eruptive center.

This volcano is situated on the alinement N-60°-W that extends on one of the normal block-faults that is to say of relatively wide horizontal steps on both sides of a central and narrower trench (the contrary of the classical representation of the theoretical rifts).

Such a structure does agree with the idea of an epirogenetic origin, i. e. a blockfaulting of the keystone of an anticlinal buldge.

5. Préface.
A. de Castello Branco

resumo: (…) Grâce aux études réalisées par les diverses missions scientifiques qui se sont succédées dans l’île de Faial, il devient possible aujourd’hui, de se faire une idée exacte du phénomène éruptif, lui même, avec ses conséquences destructrices.Une étude géologique détaillée, ayant porté sur la totalité de l’île, a été faite, ayant donné lieu à l’élaboration d’une carte à l’échelle du 1:25 000 ème.

(…) Resumo Parcial

6. Rapport de la Deuxième Mission Géologique sur le Volcanisme de l’ Île de Faial.
G. Zbyszewski ; O. da Veiga Ferreira

resumo: En Août 1958 une deuxième mission géologique débarqua dans l’île de Faial pour continuer et terminer les travaux commencés par la première en Octobre-Novembre 1957. Cette nouvelle Mission était constituée par le Dr. G. Zbyszewski, Géologue des Services Géologiques du Portugal, par O. da Veiga Ferreira et par les Collecteurs L. Rodrigues et A. Rodrigues.Le lever géologique de la partie occidentale de l’île de Faial ayant été fait en 1957, la Deuxième Mission étendit les levers au reste de l’île de Faial. Elle put, en outre, observer l’activité du Volcan de Capelinhos dans sa période strombolienne.

Le présent rapport comprend deux parties distinctes. La première correspond à l’étude du volcanisme des régions centrale et orientale de l’île de faial. La deuxième rend compte des observations réalisées par la Mission sur le Volcan de Capelinhos.

7. Rapport de la Première Mission Géologique sur le Volcanisme de l’ Île de Faial.
A. C. Branco ; G. Zbyszewski ; F. M. Almeida ; O. V. Ferreira

resumo: (…) En rassemblant les observations de la Mission et les informations provenant de divers témoins oculaires de l’éruption du Volcan de Capelinhos, il a été possible d’établir le présent rapport, dont la rédaction définitive a été faite par l’un des signataires (G. Z.) après examen de tous les détails réunis et échanges de vous entre tous les membres de la Mission.Il est actuellement impossible de prévoir le futur du nouveau volcan.

Les projections se sont accumulées et les laves ont coulé. En se solidifiant elles ont fermé une protection contre les atteintes de l’erosion marine. Depuis le 25 Octobre 1958 le volcan semble éteint. Mais, quoiqu’il arrive, le souvenir de l’éruption ne disparaitra plus.

(…) Resumo Parcial


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