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Tomo 40 (1998)

Tomo 40 (1998)


Tomo 40 (1998)Categoria: Publicações, Estudos, Notas e Trabalhos, 1990 a 1999

15.90

O preço inclui IVA à taxa legal em vigor.

Descrição

Artigos

1. Bigorne: Ocorrência de Ouro do Tipo “Sheeted Vein” na Zona de Castro Daire – Centro Norte de Portugal
Paulo N. S. Caessa ; Daniel P. S. de Oliveira ; Adriano F. Barros (10 páginas)
Resumo: Na região da Serra de Bigorne, Centro-Norte de Portugal afloram rochas graníticas associadas à fase F3 da orogenia hercínica. Os granitóides estão afectados por falhamentos maiores de orientação principal NNE-SSW representados na área por importantes escarpas de falha e vales abertos de igual orientação.Paralelamente a esses acidentes tectónicos encontra-se um diaclasamento greisenizado mineralizado com arsenopirite e ouro do tipo sheeted veins. Distribui-se em cinturas de comprimento e largura variáveis, paralelas aos acidentes tectónicos principais. Esta ocorrência aurífera tem vindo a despertar interesse económico e, consequentemente, tem sido objecto de trabalhos de prospecção e pesquisa de várias companhias mineiras, pelo que se apresentam alguns desses resultados.
Procura-se enquadrar a mineralização aurífera no controlo tectono-estrutural bem como definir a paragénese dos minerais opacos associados.

2. Calcários Ornamentais do Maciço Calcário Estremenho – A Variedade Semi-Rijo de Cabeça Veada
Rui Quartau (8 páginas)
Resumo: A área da Cabeça Veada é um dos locais de extracção de calcários ornamentais no Maciço Calcário Estremenho, pertencentes à Unidade Serra de Aire (formação de Santo António-Candeeiros) datada do Jurássico Médio.Os estudos realizados nesta zona conduziram à definição de três grandes unidades litoestratigráficas: Vidraços de Base (Batoniano Inferior), Calcários Ornamentais (Batoniano Médio) e Vidraços de Topo (Batoniano Superior).
Com base nos dados de superfície e das sondagens calcularam-se os recursos ainda existentes de calcários com aptidão ornamental. Chegou-se ao valor 4.4×106 m3 para um factor de precisão de 80% e para um rendimento de exploração de 50%.

3. Caracterização Químico-Textural de um Minério Aplítico por Análise de Imagem e Mapas de Raios-X
M. J. Matos (11 páginas)
Resumo: O presente trabalho pretende ilustrar o uso de mapas de raios-X na caracterização quantitativa, por análise de imagem, de minérios portadores de minerais não distinguíveis por níveis de cinzento. O mapa de raios-X fornece a distribuição espacial de um elemento químico a qual, quando este é exclusivo de um dos minerais, corresponde à distribuição espacial do mineral possibilitando, assim, a individualização da sua imagem, por técnicas de processamento de imagem.

4. General Assessment on the Metallogenetic Potential of the Iberian Terrane Southern Border
António Mateus ; Vitor Oliveira ; Mário Gonçalves ; Jorge Figueiras ; Paulo Fonseca ; Luís M. P. Martins (16 páginas)
Resumo: A zona de Ossa-Morena corresponde a uma unidae geotectónica meridional do Orógeno Varisco Ibérico, onde numerosas explorações mineiras de pequena escala existiam no passado. As ocorrências minerais conhecidas são muito diversificadas, distribuindo-se por vários distritos mineiros, cujo significado metalogenético foi objecto de uma avaliação precisa. O conhecimento geológico da Zona de Ossa-Morena aumentou significativamente na última década, revelando novos contextos geológicos promissores.O propósito do presente trabalho consiste na revisão, à luz dos conhecimentos actuais, da metade sul da Zona de Ossa-Morena, do ponto de vista da prospecção mineral. Começa-se por apresentar a zonação metalogenética de larga escala e prossegue-se com discussões detalhadas dos contextos geológicos mais importantes (litológicos e tectónicos), sugerindo-se simultaneamente os métodos de prospecção adequados a cada caso. Finalmente, apresenta-se uma listagem dos guias de prospecção e das ferramentas que mais êxito têm tido nos trabalhos realizados nesta região.

5. Metais Preciosos em Portugal. Situação da Investigação Geológica e Mineira
Eurico Pereira ; Carlos Meireles (32 páginas)
Resumo: No presente trabalho, analisam-se episódios de natureza paleogeográfica, sedimentológica, magmática e tectónica que, de algum modo, têm reproductibilidade na metalogenia dos minerais do grupo da platina (MGP) e do Au-Ag. Propõe-se uma classificação tipológica das jazidas de metais preciosos existentes em território português, assente em critérios geoestruturais e químico-mineralógicos. Consideram-se dois grandes grupos:

    1) minerais do grupo da platina resultantes da actividade do manto,
    2) jazidas de Au-Ag.

O grupo do Au-Ag foi subdividido em jazidas:

    i) resultantes da actividade magmática;
    ii) vulcano-sedimentares e residuais;
    iii) filonianas, poligénicas (estruturalmente controladas);
    iv) sedimentares detríticas.

Traça-se, por último, um quadro da investigação geológica e mineira, realizada nas últimas décadas sobre a metalogenia dos metais preciosos. No caso dos platinóides, parecem resultar da fraccionação de um magma ultramáfico-máfico. Para o caso do Ouro, estabelecem-se vários tipos de controlos de mineralização, colocando-se ênfase no controlo estrutural e na evolução da composição dos fluidos mineralizantes.

6. Método de Refinamento Rietveld e Procedimento Quasar na Análise de Misturas de Fases Minerais
M. L. Castro Reis ; Jorge Ferreira (14 páginas)
Resumo: Este trabalho ilustra as vantagens do método Rietveld para a determinação quantitativa de fases em misturas, tais como as existentes nas rochas. Os exemplos de aplicação do processo de refinamento inclui a determinação precisa das dimensões da célula unitária e a medida de algumas características físicas das amostras (tamanho dos cristalitos / tensão).

7. O Alpinina: Variedade de Calcário Ornamental da Região de Alvados (Maciço Calcário Estremenho – Portugal)
Jorge Carvalho (8 páginas)
Resumo: Alpinina é uma variedade de calcário ornamental da região de Alvados, Maciço Calcário Estremenho, correspondente a calcários micríticos da fácies Serra de Aire (Batoniano) que se apresentam tectonizados. Esta tectonização traduz-se pela abundante presença de microestruturas relacionadas, pelo menos parcialmente, com compressão N-S. Terá originado os dobramentos E-W que aí se verificam e que se associam a uma falha inversa com a mesma direcção.A instalação de novas pedreiras deverá ter em conta as charneiras das dobras, onde se verifica um espessamento das bancadas e a fracturação está selada por calcite.

8. Prospecção de Matérias Primas Cerâmicas: Cartografia Litoestrutural Temática da Área Rochel-Côja (Bacia Sedimentar de Lousã-Arganil)
José Vitor Vieira Lisboa (12 páginas)
Resumo: O objectivo deste estudo foi identificar litotipos arcósicos ricos em feldspato, pertencentes à unidade litoestratigráfica Arcoses de Côja (Eocénico Médio-Oligocénico Inferior), tendo em vista a selecção de áreas com interesse económico e sua avaliação.Na cartografia realizada, constam as unidades geológicas presentes, com relevo para os principais litotipos arcósicos integrantes da unidade referida, que foram objecto de uma classificação temática. Os depósitos com interesse económico têm forma tabular e designam-se por “níveis produtivos”.


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