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Tomo 67, Fasc. 2 (1981)

Tomo 67, Fasc. 2 (1981)


Tomo 67, Fasc. 2 (1981)Categoria: Publicações, Comunicações Geológicas, 1980 a 1989

15.90

O preço inclui IVA à taxa legal em vigor.

Descrição

Artigos

1. Contribution à l’ Étude Anatomique et Systématique de l’ Ichthyofaune Cénomanienne du Portugal. Deuxième Partie: Les Ostariophysaires
Mireille Gayet (18 páginas)

resumo: O estudo anatómico detalhado dos Peixes fósseis do Cretácico médio de Laveiras (Portugal) permitiu-nos descobrir que os exemplares colocados no género Clupavus (c. aff. Neocomiensis) pertencem na realidade ao novo género Lusitanichthys espécie L. characiformis nov.Este género, que possui um aparelho de Weber, é o mais antigo Cypriniforme conhecido e pertence à família Clupavidae grupo-irmão primitivo da Characidae. A sua origem marítima no Cenomaniano permite-nos formular uma hipótese sobre a origem e dispersão dos Cypriniformes.

2. Contribution à l’ Étude des Vertébrés du Crétacé Portugais et Spécialement du Cénomanien de l’ Estremadure
S. Jonet (10 páginas)

resumo: Depois de recordar a estratigrafia e a história dos estudos anteriores, são estudadas uma fauna ictiológica e uma fauna reptiliana recolhidas na região norte de Lisboa e, especialmente no Cacém.A fauna ictiológica compreende 5 Elasmobranchios, 1 Batoïd, 1 Chimaera e 34 géneros de Teleósteos com 41 espécies definidas. Esta fauna é variada e agrupada em associações principalmente em 5 níveis característicos. O último nível conhecido por cima dos calcários com Rudistas contém uma fauna diferente das dos níveis inferiores o que faz concluir que ela pertence ao Turoniano.

A fauna reptiliana, mais pobre e menos numerosa, enquadra-se nos 4 primeiros níveis citados. Comporta Dinossáurios (nível 1), Chelonianos e Crocodilos (nível 2), um Ofídio (nível 3) e um Crocodiliano (nível 4).

3. Description et Intérêt Stratigraphique de Paracoskinolina Tunesiana PEYBERNÈS 1980, Orbitolinidé de l’ Aptien Supérieur d’ Afrique du Nord (Tunise, Algérie) et du Portugal (Algarve)
B. Peybernés ; Miguel M. Ramalho ; Jacques Rey (6 páginas)
resumo: Exemplares bem conservados de Paracoskinolina tunesiana PEYBERNÈS 1980, Orbitolinídeo do Gargasiano norte-africano, foram descobertos em Portugal num nível estratigráfico análogo. Graças a este material português, a descrição original deste taxon pode ser completada e esta espécie nitidamente diferenciada da espécie americana Paracoskinolina sunnilandensis (MAYNC 1955), com a qual foi frequentemente confundida.
4. Invertebrate Trace Fossils from the Upper Jurassic of Portugal
Franz T. Fürsich (16 páginas)

resumo: O estudo dos ichnofósseis do Jurássico Superior (Kimeridgiano-Portlandiano) da Bacia Lusitânica do centro de Portugal revelou a existência de doze géneros e dez espécies, dos quais Polykladichnus irregularis e Psilonichnus tubiformis são géneros e espécies novas.Os ichnofósseis descritos representam as ichnofácies de Scoyenia, Skolithos e Cruziana de Seilacher (1967) e mostram um modelo de distribuição semelhante ao que ocorre algures no Jurássico. A maior parte das formas descritas são consideradas como indicadores úteis dos ambientes de sedimentação.

5. Nouvelles Données sur le Néolithique Ancien de la Station à Céramique Cardiale de Sagres (Algarve)
G. Zbyszewski ; O. da Veiga Ferreira ; M. Leitão ; C. T. North ; J. Norton ( páginas)

resumo: Novos dados sobre o Neolítico antigo de Sagres (Algarve). A comunicação apresenta os resultados da escavação de uma antiga lareira de acampamento na estação com cerâmica cardial de Canabrosa (Algarve), realizada a seguir à descoberta dum grande vaso de provisões nas areias dunares desta localidade.Foi possível reconstituir, mais tarde, a partir da cerâmica fragmentada conservada nas colecções dos Serviços Geológicos de Portugal, quatro outros vasos do Neolítico antigo da mesma jazida. Esta cerâmica é interessante e até importante, devido à grande raridade de vasos completos da cultura em questão. Os autores indicam, num quadro cronológico, a posição das diversas fases do Neolítico antigo da gruta das Salemas (Ponte de Lousa), e com o chamado «horizonte de importação» da gruta do Bugio (Sesimbra), todos bem datados pelo método do C14.

O quadro indica também os limites da cultura encontrada na gruta do Lugar do Canto (Alcanede, Rio Maior), cultura neolítica arcaica possuindo machados e enxós em pedra polida, braceletes de conchas de Glycimeris glycimeris, e pulseiras de Dentalium, numerosos micrólitos trapezoidais de silex, mas sem cerâmica ou pontas de seta. Os trabalhos de escavação nesta última gruta são relatados em outra comunicação, presentemente no prelo.

6. Position Stratigraphique de la Formation «Ollo de Sapo» dans la Région de Zamora (Espagne) Miranda do Douro (Portugal)
Moisés I. Ponce de Léon ; António Ribeiro (6 páginas)
resumo: Pode concluir-se, aplicando métodos cartográficos, litostratigráficos e tectónicos, que a formação Ollo de Sapo ocupa, no sector Zamora-Miranda do Douro, uma posição estratigráfica compreendida entre o grés armoricano, de idade Ordovícico inferior e o complexo de xistos e grauvaques, de idade Câmbrica (e Precâmbrica superior?). Uma relação genética existe provavelmente entre o vulcanismo calco-alcalino ácido que originou esta Formação e a deformação de idade Sarda.
7. Skarns e Rochas Calco-silicatadas do Complexo Xisto-Grauváquico do Douro (NE Portugal) seu Enquadramento Litoestratigráfico
M. Bernardo de Sousa (4 páginas)
resumo: Skarns e rochas calco-silicatadas ocorrem em todas as unidades litoestratigráficas definidas no C.X.G. do Douro. Apontam-se alguns critérios para a sua caracterização.
8. The Estimation of Copper Endowment
António M. G. Possolo (16 páginas)

resumo: Representa este trabalho uma modesta contribuição para a discussão de vários aspectos do problema da estimação da dotação em cobre, particularmente de províncias metalogénicas caracterizadas pela abundância de sulfuretos maciços. Apoiado numa ampla pesquisa bibliográfica, conduziu à recomendação do interesse em serem levados a cabo esforços tendo em vista a obtenção dos dados e informação geral necessários para avaliar, de modo objectivo, os pressupostos implícitos nos modelos correntemente empregues.Verificou-se que estes são, com excessiva frequência e de ânimo por demais leve, aceites como válidos. Apresenta-se evidência a favor de um modelo de truncatura para a distribuição bivariada do teor e da tonelagem, em cujo contexto o uso simplista de coeficientes de correlação para testar independência é incorrecto.

Mostra-se que, para o tipo de depósitos de cobre aqui considerado, um modelo lognormal não parece compatível com a distribuição empírica do teor médio do depósito. No entanto, tal modelo descreve razoavelmente a distribuição empírica da tonelagem. É estudada a relação entre o teor médio e a tonelagem dos depósitos, nos quais coexistem stockwork e minério maciço.


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