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Tomo 71, Fasc. 1 (1985)

Tomo 71, Fasc. 1 (1985)


Tomo 71, Fasc. 1 (1985)Categoria: Publicações, Comunicações Geológicas, 1980 a 1989

15.90

O preço inclui IVA à taxa legal em vigor.

Descrição

Artigos

1. Considérations sur la Biostratigraphie du Jurassique Supérieur de l’ Algarve Oriental (Portugal)
Miguel M. Ramalho (10 páginas)

resumo: Apresenta-se o estudo lito e biostratigráfico da região, cuja biozonação, essencialmente à base de foraminíferos de estrutura interna complexa e de algas calcárias, corresponde à conhecida para o resto do País, como também, nas suas linhas gerais, à já definida para o domínio nerítico mesogeano.Faz-se também, uma comparação mais detalhada com as características das microfácies do Algarve W já anteriormente publicadas. O trabalho inclui, ainda, algumas considerações sobre a evolução paleogeográfica da região.

2. Contribuição para o Estudo dos Granitos da Região de Tourém-Montalegre-Gerês
M. I. Prudêncio ; J. M. P. Cabral ; M. A. Gouveia (10 páginas)

resumo: Comprovou-se através de exames num microscópio electrónico de varrimento, associado a um espectrómetro de raios-X, que as amostras de biotite separadas dos granitos e metassedimento de Tourém-Montalegre-Gerês, e cujas análises de terras raras haviam servido para estudar a génese destas rochas, estão contaminadas com outros minerais entre os quais a apatite e a alanite.Verificou-se, por outro lado, fazendo a análise de amostras das rochas totais por activação com neutrões térmicos, que os diagramas de distribuição das terras raras dos granitos e metassedimento de Tourém-Montalegre são semelhantes entre si mas diferem do relativo ao granito do Gerês, o que vem apoiar a ideia de que os granitos de Tourém-Montalegre devem ser do tipo-S e os granitos do Gerês do tipo-I.

Observou-se, além disso, que há uma boa correlação entre estes diagramas e os diagramas de distribuição de terras raras das correspondentes biotites, o que sugere que a apatite e a alanite sejam os principais portadores de terras raras nessas rochas – a apatite nos granitos de Tourém-Montalegre e a alanite nos granitos do Gerês.

3. Contribution à l’ Étude Anatomique et Systématique de l’ Ichthyofaune Cénomanienne du Portugal
Mireille Gayet ( páginas)
resumo: Salminops ibericus GAYET do Cenomaniano superior Marinho de Caranguejeira (Portugal) apresenta sinapomorfias caraciformes mas não possui todas as sinapomorfias dos characiphisi, nem mesmo dos Otofisi. Põe novamente em questão a teoria geralmente admitida do aparecimento único do aparelho de Weber como sinapomorfia de todos os Otofosi. Um complemento de informações é dado sobre os géneros Lusitanichtys GAYET e Eurocharax GAUDANT.
4. Geologia Regional e Controlo Estrutural das Nascentes Termais de S. Pedro do Sul
Eurico Pereira ; Narciso Ferreira (10 páginas)

resumo: Erigiu-se um modelo genérico susceptível de explicar, não só, a deformação observada no granito de S. Pedro do Sul, como também, o sistema de cizalhamentos conjugados e fendas de tracção associadas que controlam a instalação dos granitos intrusivos no granito de Vouzela.Deformação e cizalhamentos são coerentes com o campo de tensões vigente na 3.ª fase hercínica (F3), ou seja, tensão máxima dirigida segundo NE-SW. Aqueles cizalhamentos e fendas de tracção dão lugar a fracturação frágil nos tempos tardi-hercínicos, sendo as fracturas resultantes (N 0-10° E, 30-40° E e N 70° W) novamente reactivadas nos tempos actuais, como atesta a geomorfologia contemporânea. É este sistema de fracturas que estabelece o controlo das nascentes termais de S. Pedro do Sul.

5. Global Tectonics and Resources
W. S. Fyfe (14 páginas)

resumo: A formação da maioria dos recursos metálicos envolve o fluxo focalizado de volumes de fluidos muito grandes (Km3). Diferentes tipos de fluidos, água do mar, fluidos metamórficos e meteóricos, com ou sem biomoléculas, são específicos de metais ou sequências de metais.Sempre que há grandes volumes de fluidos envolvidos em processos geológicos há um potencial para enriquecimento local em metais. Durante a meteorização os processos de lixiviação de curta duração produzem solos férteis, os de longa duração produzem minérios lateríticos.

6. Implicações da Análise Estrutural na Estimação Geostatística de Jazigos Deformados
A. Ribeiro ; António M. G. Possolo (6 páginas)

resumo: Analisam-se os efeitos de deformação finita sobre os semi-variogramas construídos em jazigos com diferentes tipos de anisotropias iniciais. Discute-se uma estimação Geostatística proposta para o jazigo de Ferro de Moncorvo, onde se não considera o dobramento e deformação interna do referido jazigo.Propõe-se uma metodologia para a estimação Geostatística de um jazigo estratóide dobrado. Correlaciona-se a anisotropia devida à deformação com a anisotropia de composição química de corpos geológicos deformados.

7. Litostratigrafia do Oxfordiano-Kimeridgiano do Algarve
Beatriz Marques (8 páginas)
resumo: O Oxfordiano médio-Kimeridgiano inferior do Algarve pode ser subdividido num certo número de unidades litostratigráficas. Estas unidades foram datadas, com precisão variável, pelo seu conteúdo paleontológico (Ammonoidea, Foraminifera); as oito zonas clássicas de amonites da província submediterrânica foram evidenciadas. Particularmente no Algarve oriental foi assinalada a presença de quatro superfícies de descontinuidade no interior dos Calcários margosos e margas de Peral e bem definida a heterocronia do limite superior deste unidade.
8. Revision of the Cenomanian-Turonian Ammonite Vascoceras CHOFFAT, 1898, from Portugal
Pierre Yves Berthou ; G. R. Chancellor ; J. Lauverjat (26 páginas)

resumo: Foi feita revisão do género amonite Vascoceras CHOFFAT, 1898, pertencente aos Vascoceratídeos, tendo por base, não só um novo estudo dos tipos existentes, mas também de material recentemente recolhido, proveniente do Cenomaniano superior e do Turoniano inferior de Portugal.O estudo morfométrico, efectuado com medidas das conchas, permite uma simplificação do conceito de origem, de P. CHOFFAT, e além disso, reconhecer em Portugal, a existência das seguintes espécies: V. gamai, V. barcoicense, V. douvillei e V. kossmati; V. douvillei surge como sinónimo de Vascoceras durandi (Péron, 1890), anteriormente descrito. Vascoceras subconciliatum CHOFFAT está relacionado com o género, de mamitídeos, Spathites (Jeanrogericeras), que é considerado como característico da zona mais elevada do Cenomaniano superior, a zona de Neocardioceras juddii, amplamente reconhecida do Nw da Europa aos E.U.A.

Considerou-se igualmente uma possibilidade de simplificação na taxonomia de Vascoceras (em espécies tuberculadas e espécies sem tubérculos), assim como a existência de dimorfismo sexual no caso de V. gamai.

9. The Geology of the Mesozoic-Carrapateira Outlier (W Algarve) and its Relationship With the Opening of the North Atlantic
Miguel M. Ramalho ; A. Ribeiro (4 páginas)
resumo: Apresenta-se a descrição lito e biostratigráfica do afloramento mesozóico da Carrapateira (Algarve W). A ocorrência de vulcanitos máficos de idade Kimeridgiana é refeida pela primeira vez. A estrutura do afloramento é descrita, dando-se particular ênfase às relações entre a formação de um monoclinal, no contacto entre o soco e a cobertura mesozóica, que controla a instalação de uma série basáltica alcalina, e a abertura do Atlântico durante o Jurássico Superior.

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