2365
PT LOGIN LOGIN
Tomo 78, Fasc. 2 (1992)

Tomo 78, Fasc. 2 (1992)


Tomo 78, Fasc. 2 (1992)Categoria: Publicações, Comunicações Geológicas, 1990 a 1999
Última atualização: 12/10/2015

15.90

O preço inclui IVA à taxa legal em vigor.

Descrição

Artigos

1. Escavações de Nery Delgado no Planalto da Cesareda nas Grutas da Lapa Furada e da Malgasta (Peniche): Estudo do Espólio Arqueológico
Júlio Roque Carreira ; João Luís Cardoso ( páginas)
resumo: Neste trabalho estuda-se o espólio arqueológico recolhido por Nery Delgado em duas grutas do Maciço Calcário Estremenho: a Lapa Furada e a Lapa da Malgasta.
2. La Subsidence Jurassique à Éocène du Bassin d’ El Jadida-Agadir (Maroc): Essai de Quantification
Fida Medina (12 páginas)

resumo: O estudo dos três cortes escolhidos do Alto AtlasOcidental (Marrocos), parte sul da bacia mesozóica de El Jadida – Agadir, permite delinear a história da subsidência jurássica no eocénico da bacia. Quatro fases de subsidência são postas em evidência, das quais três aplicadas ao conjunto da bacia.Estas fases estão, provavelmente, relacionadas com o funcionamento das falhas normais. As idades da acelaração da subsidência situam-se aproximadamente no Lias inferior, no Kimeridgiano-Portlandiano, no Aptiano e no Cenomaniano. O valor da extensão acumulada após o Lias é de 1,3 para as cuyrvas representativas de Essaouira e Agadir, onde as séries são mais completas.

3. Les Unités Lithostratigraphiques du Crétacé Inférieur de la Région de Lisbonne
Jacques Rey (22 páginas)

resumo: O Cretácico inferior da região de Lisboa é dividido em 27 unidades litoestratigráficas formais (21 formações, 6 membros). Para cada uma delas são definidas, a partir de um corte de referência, o conteúdo litológico sintético, os limites, a idade e a organização sequencial. As variações laterais de fácies são mencionadas.Os dados litológicos, paleontológicos e sequenciais permitem propôr a correlação entre as séries eocretácicas dos arredores de Cascais e de Sintra, da Ericeira e do norte do cabo Espichel.

4. Minor and Trace Elements in Detrital Cassiterites from Golpejas, Salamanca, Spain: Provenance Implications
R. Fort ; M. Bustillo (8 páginas)

resumo: A amostragem regional dos sedimentos das linhas de água na província de Salamanca, no noroeste de Espanha, revelou duas áreas, Regatos e Tirados, que são anómalas em cassiterite. Uma investigação mineralógica e geoquímica (Ti, Mn, Fe, Zr, Nb, Ta e Pb) detalhada dessas anomalias, na área de Golpejas, mostrou que as rochas de que provém as cassiterites detríticas são nitidamente diferentes.O estudo mineralógico indica que as cassiterites de Regato derivam do granito de Golpejas, um granito mineralizado em estanho, localizado na proximidade da área do Regato e as cassiterites de Tirados dos veios de quartzo das rochas metamórficas. A investigação geoquímica reforça esta hipótese e permite-nos estabelecer conclusões acerca da mistura e transporte dos grãos de cassiterite detrítica.

5. The Aljustrel Overthrust Problem in View of the New Evidence From the Stº. Antão Area
José C. R. Leitão (6 páginas)
resumo: A evidência geológica proporcionada pelo reconhecimento por sondagens e pelos trabalhos mineiros de Sto. Antão, no local da nova Lavaria Industrial construída pelo concessionário, não parece compatível com as hipóteses formuladas do Carreamento de Aljustrel.
6. Thrust Tectonics of Sardic Age in the Rosmaninhal Area (Beira Baixa, Central Portugal)
José Romão ; António Ribeiro (10 páginas)

resumo: A área de Rosmaninhal (Beira Baixa, Portugal Central) foi cartografada em detalhe. A litoestratigrafia do Grupo das Beiras (parte do Complexo Xisto-Grauváquico – CXG, com idade do Câmbrico ao Proterozóico superior) foi estabelecida, o que permitiu cartografar dobras e cavalgamentos de idade sarda, entre o Ordovícico e Câmbrico, às quais são sobrepostas dobras variscas com clivagem de plano axial, produzindo estruturas de interferência.Propomos que a deformação sarda é devida à inversão dum aulacógeno em regime de transpressão dextra do Proterozóico superior ao Câmbrico no terreno Ibero-Armoricano.

7. Vulcanismo Bimodal da Região de Ficalho: Características Geoquímicas
M. Luísa Ribeiro ; J. Mata ; J. M. Piçarra (8 páginas)

resumo: Descrevem-se, do ponto de vista petrográfico e geoquímico, os vulcanitos félsicos e mafitos associados, do Complexo vulcano-sedimentar de Ficalho-Moura (CVSFM) do Sector de Montemor-Ficalho, Zona de Ossa Morena (ZOM). Os mafitos possuem quimismo toleítico de basaltos continentais apresentando concentrações moderadas de elementos incompatíveis, alguma fraccionação de terras raras e anomalias negativas de Nb e Ti. Dada a existência de magmatismo básico alcalino na Formação dos Xistos de Moura, que estratigraficamente se sobrepõe ao CVSFM, ficou assim definida, na região de Ficalho, uma evolução geoquímica idêntica à do sector de Alter do Chão – Elvas. Admite-se que este tipo de evolução geoquímica corresponda a um fenómeno geral na ZOM, diferentemente do que tem vindo a ser admitido. Os vulcanitos félsicos bandados correspondem a riólitos de alta sílica, empobrecidos em elementos incompatíveis e com razões de alcalis muito variáveis.Sugere-se que os riólitos de Ficalho possam ter resultado da diferenciação do mesmo líquido que originou os mafitos espacialmente associados.


Contacto

Telefone:+ 351 210 924 635

Social Media Auto Publish Powered By : XYZScripts.com