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Tomo 86 (1999)

Tomo 86 (1999)


Tomo 86 (1999)Categoria: Publicações, Comunicações Geológicas, 1990 a 1999

15.90

O preço inclui IVA à taxa legal em vigor.

Descrição

Artigos

1. Apresentação da Nova “Classificação-Quadro Internacional das Nações Unidas para Reservas/Recursos” (Versão 1997)
M. J. Lemos de Sousa ; F. Noronha (6 páginas)

resumo: Os autores apresentam a versão 1997 da “Classificação-Quadro Internacional das Nações Unidas para Reservas/Recursos” aplicável a combustíveis sólidos e a minérios.Baseada em critérios de economia de mercado, facilmente compreensível e de utilização simples, flexível na aplicação, utilizando procedimentos usados na prática e um sistema de codificação que não permite ambiguidades em relação às diferentes classes de recursos/reservas, a classificação apresentada tem como objectivos principais a sua aplicabilidade e aceitação internacionais com vista a facilitar os intercâmbios económicos e a cooperação, assim como a evolução das “economias em transição” para as “economias de mercado”.

2. As Comemorações dos 150 Anos da Criação da 1ª Comissão Geológica (1848-1998)
Miguel M. Ramalho (4 páginas)
resumo: Faz-se a síntese das realizações (publicações, sessões públicas, exposições) levadas a cabo no âmbito das Comemorações dos 150 Anos da Criação da 1ª Comissão Geológica.
3. Caracterização das Formas de Char Produzidas a Partir de uma Semiantracite Pirolizada num Reactor de Leito Fluidizado
B. Valentim ; D. Boavida ; M. J. Lemos de Sousa ; I. Gulyurtlu (12 páginas)
resumo: Investigaram-se as formas de char produzidas em condições de pirólise, utilizando um reactor de leito fluidizado para produzir charts, a diferentes temperaturas, a partir de uma semiantracite espanhola. Desta forma foram obtidos chars com diferentes proporções e formas.
4. Definição Formal da Formação de Alvarães (Placenciano da Região do Minho – NW Portugal)
M. I. Caetano Alves (16 páginas)

resumo: Propõe-se a definição formal da Formação de Alvarães e dos seus membros (designadamente o membro inferior como Membro de Chasqueira e o membro superior como Membro de Teodoro) como unidades litoestratigráficas, baseada na caracterização e descrição de acordo com o Código Estratigráfico Internacional.O Membro da Chasqueira corresponde ao enchimento de zonas deprimidas, sujeitas a acreção vertical na dependência dum sistema fluviolacustre; o Membro de Teodoro resulta dum sistema fluvial organizado, do tipo entrançado arenoso e cíclico. A atribuição da Formação de Alvarães à unidade alostratigráfica SLD 13, já identificada noutras bacias portuguesas, é suportada pela sua posição geomorfológica, pela composição predominantemente siliciosa e caulinítica, associada à caulinização presente no substrato, características desta unidade alostratigráfica, bem como pelo conteúdo paleontológico.

5. Distribuição das Comunidades Bentónicas de Foraminíferos na Plataforma Continental de Aveiro
M. V. Martins ; M. C. Carapito (24 páginas)

resumo: Foram identificados cerca de 280 espécies de foraminíferos bentónicos recentes, vivos e mortos, a partir de 46 amostras da cobertura sedimentar, recolhidas entre as profundidades de -10 m e -190 m, ao longo de 7 transeptos, situados na plataforma continental portuguesa, ao longo de Aveiro.A triagem de pelo menos 300 exemplares, por amostra, foi efectuada na fracção sedimentar superior a 63 um.

A distribuição dos foraminíferos e a sua diversidade, determinada a partir da Riqueza Específica (S), do Índice de Shannon-Wiener (H) e da Equitatibilidade €, em cada estação, revelam que as comunidades nas plataformas interna e média apresentam um menor grau de maturidade que as da plataforma externa.

A Análise de Classificação de dados de abundância relativa das espécies e a sua distribuição, em cada local de amostragem, permitiram colocar em evidência a repartição das principais associações de foraminíferos bentónicos, em função da batimetria e da distância à costa, e tirar ilações sobre a influência de condições oceanográficas e da disponibilidade alimentar no estabelecimento destas comunidades.

6. Études Micropaléontologiques dans les Séries Carbonatées du Jurassique Moyen du Bassin Lusitanien (Portugal)
Ana C. Azerêdo (26 páginas)

resumo: Apresenta-se uma síntese dos dados obtidos pelo estudo micropaleontológico sistemático das séries carbonatadas do Dogger de uma região da Bacia Lusitânica, que foi realizado pela primeira vez no decurso de um trabalho mais vasto, compreendendo também análise das fácies e paleogeografia.Os microrganismos identificados pertencem sobretudo a dois grandes grupos: Foraminíferos bentónicos de carapaça aglutinada/microgranular e estrutura interna complexa, e Porostromata. Em associação, ocorrem outros foraminíferos, algas calcárias, fragmentos de Ostracodos e diversos Incertae Sedis, bem como microfósseis.

Referem-se todas as formas identificadas e apresenta-se a sua distribuição estratigráfica; tecem-se igualmente considerações de ordem biostratigráfica e paleoecológica, discutindo-se, nomeadamente, a questão da autoctonia versus aloctonia das associações de cuvillieri e para Chablaisia chablaisensis (Batoniano inferior e superior, respectivamente), calibradas por Meyendorffina bathonica (marcador do limite superior do Batoniano). Há também diversas formas que permitem uma datação aproximada.

As séries estudadas foram interpretadas segundo o modelo de rampa carbonatada, compreendendo fácies de meio marinho externo a interno muito pouco profundo.

7. Geochemical Characteristics of the S. Marcos do Campo Volcanic Complex (Ossa-Morena Zone): Evidence for Subduction-related Magmatism
J. Mata ; M. L. Ribeiro ; J. M. Piçarra (12 páginas)

resumo: Com o objectivo de determinar as afinidades magmáticas e a ambiência geodinâmica do Complexo Vulcânico de S. Marcos do Campo (Zona de Ossa-Morena) usaram-se dados litogeoquímicos e mineralógicos. Este complexo, principalmente composto por metavulcanitos máficos, está presumivelmente intercalado nos níveis inferiores da Formação de Barrancos, sendo, portanto, considerado como formado no Câmbrico Superior ou no Ordovícico Inferior. Os litótipos máficos são subalcalinos e toleíticos, como se demonstra pelos valores da razão Y/Nb (3,0 a 10,7) e pelo quimismo das piroxenas relíquia. Os padrões elementares caracterizam-se pela presença ubíqua de anomalias negativas de Nb e Ti semelhantes às descritas em sequências orogénicas, uma inferência reforçada pelo quimismo das clinopiroxenas.O Complexo Vulcânico de S. Marcos do Campo é considerado como o fragmento de um arco vulcânico.

8. Humidade no Carvão: Diferentes Formas, Terminologia, Determinações Analíticas e Implicações Práticas
M. J. Lemos de Sousa ; H. J. Pinheiro ; M. M. Marques ; D. Flores ; C. Garcia (14 páginas)
resumo: Após uma panorâmica dos problemas respeitantes às diferentes formas de humidade no carvão e respectivas terminologias, os autores discutem os métodos analíticos normalizados para a determinação desta propriedade.
9. Isotérmicas de Adsorção de Metano: Importância para a Prospecção do “Metano do Carvão em Camada”
C. Rodrigues ; M. J. Lemos de Sousa ; J. M. Machado da Silva (6 páginas)
resumo: Após breve descrição dos principais problemas relacionados com a metodologia da prospecção do metano do carvão em camada, entre os quais é fundamental a determinação de isotérmicas de adsorção de metano, os autores descrevem a aparelhagem construída na Faculdade de Ciências do Porto para a determinação desta importante propriedade do carvão.
10. Libertação de N2O e NOx Durante a Combustão de Dois Carvões com Graus de Incarbonização Distintos, num Reactor de Leito Fluidizado à Escala Laboratorial
B. Valentim ; D. Boavida ; M. J. Lemos de Sousa ; I. Gulyurtlu (4 páginas)
resumo: Com o objectivo de se compararem as emissões de N2O e NOx entre uma semiantracite e um carvão betuminoso altamente volátil, ambos bem caracterizados química e petrograficamente, queimaram-se estes carvões em atmosfera inerte e em atmosfera com 6% de O2, num reactor de leito fluidizado à escala laboratorial e mediram-se as emissões de NO e N2O. As emissões de NO foram superiores às emissões de N2O nos dois carvões. A semiantracite produziu, relativamente ao carvão betuminoso altamente volátil, valores superiores de NO (excepto a 1000 graus C) e valores inferiores de N2O.
11. O Filão Leucogranítico de Borralhal-Salgueiral (Viseu, Portugal Central): Uma Rocha HHP Rica em Fósforo e Geoquimicamente Especializada
L. J. P. F. Neves ; M. M. Godinho ; A. J. S. C. Pereira (10 páginas)

resumo: O extenso filão leucogranítico de Borralhal-Salgueiral é rocha geoquimicamente muito evoluída, com afinidades para a série dos granitos hercínicos moscovítico-biotíticos a moscovíticos que ocupam a região sudeste da antiforma Porto-Tondela; apresenta-se a carta geológica na escala 1:50 000 da faixa de crusta onde está inserido.É de implantação posterior à dos granitos moscovítico-biotíticos com que contacta e (provavelmente) anterior à dos granitos biotíticos porfiróides; a idade K-Ar da sua moscovite é 293 ± 7 M.A. Está enriquecido em F, B e P, e ainda em Li, Rb, Sn, Nb, Pb e U; a moscovite é reservatório por excelência de Li, Rb, Cs, Ga, Zn, W e Nb.

A concentração de P na rocha é particularmente elevada (média 0.80%) o que faz dele um “granito rico em fósforo”. Apesar de muito depauperado em Th (média de 2 ppm), a elevada concentração de U (12 a 22 ppm) determina uma produção de calor radiogénico relativamente elevada, o que faz desta rocha um granito HHP.

A relação isotópica e a elevada peraluminosidade dão suporte à hipótese de o material protomagmático do filão ter sido de natureza metassedimentar pelítica.

12. Palinostratigrafia do Sector Sudoeste da Zona Sul Portuguesa
Zélia Pereira (34 páginas)

resumo: No sector sudoeste da Zona Sul Portuguesa, a geologia é dominada pelos anticlinais de Aljezur e da Bordeira, onde são reconhecidas três entidades estratigraficamente bem diferenciadas: o substrato detrítico constituído pela formação de Tercenas, a sequência pelítico-carbonatada do Grupo da Carrapateira suprajacente, constituído pelas formações de Bordalete, Murração e Quebradas, e os turbiditos da Formação da Brejeira.O presente trabalho concentra-se no estudo palinostratigráfico das diferentes unidades litostratigráficas, tendo os resultados sido complementados com dados recentes de goniatites (Korn, 1997).

(…) Resumo Parcial

13. Procesos Mareales y Depositos Correlativos en el Canal de Mira, Aveiro (Portugal)
A. Corrochano ; M. Galera ; P. Barba ; C. A. Bernardes (28 páginas)
resumo: El canal mareal de Mira se sitúa en el dominio interno de la barrera de Aveiro. Este estudio mostra la evolución morfológica y sedimentaria de las barras arenosas desde su origen como barra lateral submareal (por debajo de bajamar en mareas vivas), barra lineal con el desarrollo de un espolón que crece aguas abajo, hasta barra lineal soldada al margen estable. La zonación de la llanura intermareal es clara en la desembocadura, diferenciándose los siguintes subambientes: llanura arenosa (junto al nivel medio de la marea) donde el rasgo sedimentario fundamental es una berma, que crece a favor de la corriente de flujo, llanura mixta (por encima del nivel de pleamar en mareas muertas) donde se sitúa otra berma construída por la corriente de reflujo y una llanura fangosa superior. La marisma puede subdividirse en: incipiente sobre el techo de barras lineales y madura situada por encima del nivel de pleamar en mareas vivas.
14. Radar de Penetração (GPR: Ground Penetrating Radar) Aplicado ao Estudo de Fracturação de Mármores do Anticlinal de Estremoz (Alentejo-Portugal)
R. M. Marques Moura ; M. J. Senos Matias (12 páginas)

resumo: A indústria de extracção de mármore é uma actividade económica muito importante nos distritos de Évora e Beja (SE Portugal). Alguns problemas específicos – espessuras de cobertura e topografia do karst, contactos geológicos das formações de mármore e detecção de fracturas, assim como a sua atitude, podem beneficiar do uso de técnicas geofísicas adequadas.Existem exemplos da utilização de medidas eléctricas para delinear a topografia do bedrock e canais condutivos, OGILVY (1991) e SPORRY (1997). Contudo, as fracturas de pequena escala colocam problemas especiais e algumas experiências, envolvendo o uso de técnicas de GPR, têm sido levadas a cabo por GOURRY (1996) e GRANDJEAN (1996), para os resolver.

No presente artigo, apresentam-se os princípios gerais do GPR e analisa-se a técnica como ferramenta de apoio à detecção de fracturação. Será ainda discutido o processamento de dados, peça fundamental no melhoramento e interpretação das medidas de campo.

15. Tectónica Cenozóica nos Sectores Central e Oriental da Plataforma Continental Algarvia
F. C. Lopes ; B. Le Gall ; A. Pique (22 páginas)

resumo: A Margem Sul Portuguesa localiza-se na bordadura norte do golfo de Cádis, ocupando uma posição-chave no limite de placas África-Eurásia. No seu domínio meridional desenvolveu-se, a partir do Triásico, uma bacia sedimentar, orientada segundo E-W: A Bacio do Algarve. O estudo de perfis de reflexão sísmica no offshore desta bacia revelou que, a partir do Cretácico superior, a arquitectura da cobertura sedimentar parece ser dominada por:

    1) uma importante actividade halocinética, controlada pelo complexo evaporítico do Triásico superior – Liásico inferior e que afecta os sedimentos mais recentes;
    2) uma fracturação extensiva, mais acentuada no Miocénico inferior, com formação de semi-“grabens” sindeposicionais;
    3) três principais momentos em que o regime tectónico passou a ser compressivo, ocorridos i) entre o Cretácico superior e o Paleocénico inferior: ii) no topo do Eocénico médio; iii) a partir do Miocénico superior;
    4) uma tectónica gravítica, desencadeada a partir do Miocénico superior, concordante com o pendor da margem para sul.

Num contexto global, as características estruturais desta região são uma consequência da deformação da crusta continental, relacionada com a evolução geodinâmica do limite das placas Ibéria-África.

16. Terciário de Trás-os-Montes Oriental: Evolução Geomorfológica e Sedimentar
Diamantino Insua Pereira (14 páginas)
17. The Evolution of the Volcanic Island of Madeira in the Light of K-Ar Data
J. Mata ; José M. U. Munhá (10 páginas)

resumo: Neste trabalho apresentam-se nove datações K-Ar de rochas vulcânicas da ilha da Madeira. Estas, juntamente com as previamente publicadas (43 no total), permitem-nos concluir da idade pós-miocénica da grande maioria das rochas vulcânicas actualmente emersas e realçar o grande número de incógnitas ainda em jogo na vulcano-estratigrafia madeirense. Nesta perspectiva, para a evolução da Madeira como entidade emersa, foi proposto o seguinte faseamento:

    1 – Fase pós-emersão: > 2,5 M.A.;
    2 – Fase de consolidação insular: < 2,5 M.A. – 1 M.A.;
    3 – Fase matura: < 1 M.A.

A análise das datações actualmente existentes e dos dados de campo permitiram realçar alguns aspectos da evolução geomorfológica da Madeira, como sejam, entre outros, o facto de o estabelecimento dos principais vales ter sido diacrónico, tendo-se processado primeiramente na costa norte (ante-1,3 M.A.) que na costa sul (pós-0,75 M.A.).

18. The Portimão Fault, Algarve Basin, South Portugal
Pedro A. G. Terrinha ; R. P. Dias ; A. Ribeiro ; J. Cabral (14 páginas)
resumo: Cartografia geológica e digital, fotointerpretação e perfis sísmicos de reflexão são utilizados para demonstrar que a Falha de Portimão se trata de uma estrutura herdada do episódio de fracturação tardivarisco, tendo sido reactivada sucessivamente desde o Triásico ao Quaternário. A Falha de Portimão actuou como falha de transferência durante a distenção mesozóica e a primeira fase de inversão tectónica sob compressão N-S. É discutida a origem da dispersão da deformação e das orientações da fracturação plio-quaternária.
19. Une Discordance Angulaire au Sein des Produits du Précambrien II Inférieur, Unité Nord de la Boutonnière de Bou-Azzer El Graara (Anti-Atlas, Maroc)
Brahim Tekiout ; Ali Saquaque (6 páginas)
resumo: The volcanic and colcanosedimentary rocks of Bou-Azzer northern terrane formed during lower Precambrian II within a fore-arc basin. This basin was controlled by normal faults with a NE direction and a NW dip. The central basin area consists of two different materials (Ait Abdellah: volcanosedimentary, and Tichibanine: volcanic) separated by an angular unconformity. The lower part (Ait Abdellah) is a megaslump but the upper part (Tichibanine) is an overturned fold.
20. Unidades Litostratigráficas do Pliocénico e Plistocénico no Algarve
Delminda Moura ; Tomaz Boski (22 páginas)

resumo: Com o objectivo de melhorar a definição da unidade geológica, designada até à data de modo informal por “Formação das Areias de Faro-Quarteira”, realizou-se um estudo exaustivo sobre os depósitos assim denominados na cartografia geológica. O uso indiscriminado do termo, para a generalidade dos sedimentos siliciclásticos de cor vermelha que ocorrem em toda a planície algarvia, torna difícil o uso das referências cronostratigráficas fornecidas por vários autores, uma vez que aquela unidade geológica agrupa sedimentos genética e estratigraficamente diferentes.As análises mineralógicas, granulométricas, texturais e os dados cronostratigráficos conseguidos revelam que a unidade designada por “Areias de Faro-Quarteira” reunia, pelo menos, quatro unidades litoestratigráficas distintas: Areias de Monte Negro, Areias de Quarteira, Areias de Ludo e Areias e Cascalheiras de Gambelas. Estas unidades foram reunidas na Formação do Ludo e a sua articulação permitiu reconstituir os paleoambientes no Algarve durante o Pliocénico e o Plistocénico. Ao longo do Plistocénico médio e superior, verificaram-se vários episódios de incisão da rede fluvial.

21. Unidades Litostratigráficas do Terciário na Região de Miranda do Corvo-Viseu (Bacia do Mondego, Portugal)
P. Proença Cunha (54 páginas)

resumo: Propõe-se a subdivisão do Terciário da região de Mirando do Corvo-Viseu (Portugal Central) em unidades litostratigráficas formais (2 grupos, 5 formações e 4 membros). Para cada unidade é efectuada a respectiva definição, caracterização e descrição (limites, propriedades típicas e atributos), de acordo com o Código Estratigráfico Internacional.Os dados estratigráficos, litológicos, sequenciais e tectónicos permitem estabelecer correlações com os sedimentos mais a ocidente na mesma bacia terciária (Bacia do Mondego) e ajudar à atribuição cronostratigráfica.

As características sedimentológicas dos depósitos e o enquadramento com acontecimentos coevos identificados noutras regiões permitem também avaliar o papel do clima, do eustatismo e da tectónica na evolução sedimentar desta Bacia.


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