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Tomo 90 (2003)

Tomo 90 (2003)


Tomo 90 (2003)Categoria: Publicações, Comunicações Geológicas, 2000 a 2009

15.90

O preço inclui IVA à taxa legal em vigor.

Descrição

Artigos

1. Deformação Finita em Amonóides do Jurássico de Cabeça Gorda (Soure): Implicação para a Estimação da Compactação Diagenética
R. C. Rocha ; R. Dias (10 páginas)

resumo: O anticlinal de Cabeça Gorda é uma estrutura alpina com uma orientação aproximada E-W e que pode ser considerada como a continuação para leste do diapiro de Soure. As formações jurássicas existentes no núcleo desta dobra apresentam frequentemente fósseis de amonóides que, na maior parte dos casos, se encontram achatados no plano de estratificação. Todos estes fósseis apresentam formas não-distorcidas, o que pode ser confirmado pela aplicação de métodos de quantificação da deformação apropriados (métodos de Blake e de Tan). O estudo de um amonóide, cujo plano de simetria se apresentava oblíquo em relação ao plano de estratificação, revelou que se tratava de uma forma distorcida com uma relação axial da elipse de deformação finita de 1,32 e com o eixo maior subparalelo ao plano de estratificação.Das relações anteriores é possível concluir que a deformação alpina que gerou a estrutura anticlinal de Cabeça Gorda originou essencialmente rotações de blocos rígidos entre planos de falhas, nos quais a deformação interna foi induzida apenas pela compactação diagenética dos sedimentos. A aplicação de modelos teóricos extremos, sobre a forma como a compactação diagenética poderá ter sido obtida, permitiu inferir valores da compactação da ordem dos 30 %.

2. Discussão do Artigo Publicado nas “Comunicações” do IGM, 2001, Tomo 88, pp. 33-50
M. A. Sequeira Braga ; A. S. Lima ; J. Pamplona (8 páginas)

resumo: Um leitor desconhecedor da geologia da bacia do rio Cávado, ao deparar com o título “The Amares basin: an ENE-WSW graben formed by recent reactivation of the late-variscan fracture network?” pode interpretá-lo como sendo um evento pela primeira vez anunciado e que carece de confirmação. No entanto, já TEIXEIRA & MEDEIROS (1973) tinham referido a existência, na região de Prado (Cabanelas), de “uma pequena depressão fechada, provavelmente subsidiente”, onde se depositaram sedimentos finos argilosos. Além disso, SEQUEIRA BRAGA (1987) refere a ocorrência de falha normais com direcções N70º-80ºE, N20º-25ºW e N40º-60ºW, possivelmente tardivariscas, que teriam reactivado no Plio-Quaternário, individualizando os principais domínios geomorfológicos entre Prado e Ucha, com formação de sistemas horst-graben. Para esta autora, a bacia de Prado constitui um exemplo de um graben cujo desenvolvimento é controlado por um sistema de fracturas ENE-WSW e NNW-SSE.Para além dos aspectos anteriormente mencionados, e que serão retomados nesta discussão, a abordagem realizada por MARQUES et al. (2001) possui, ainda, outras lacunas para as quais convém fazer uma chamada de atenção, nomeadamente no que respeita à importância do seu trabalho num contexto de avaliação de recursos e qualidade da água e igualmente, no que se refere à datação do “graben de Amares? ” e à sua correlação com outras bacias. Neste âmbito, tecer-se-ão alguns comentários ao trabalho de MARQUES et al. (2001).

3. Identificação de Falhas na Bacia Cenozóica do Tejo Através de Técnicas de Investigação Hidrogeológica
J. Lopo Mendonça ; J. Cabral (12 páginas)
resumo: A Bacia Sedimentar do Baixo Tejo corresponde a uma depressão tectónica que sofreu subsidência controlada por falhas durante o Neogénico; algumas destas falhas estão deficientemente conhecidas por se encontrarem ocultas sob as aluviões recentes do rio Tejo, embora possam corresponder a importantes estruturas sismogénicas que importa caracterizar. Os sedimentos que preenchem a depressão são o suporte do maior e mais importante sistema aquífero de Portugal (o sistema aquífero Tejo-Sado). Trabalhos de pesquisa hidrogeológica (dois furos de bombagem e dois piezómetros com cerca de 400-500 m de profundidade, diagrafias de parâmetros geofísicos, ensaios de bombagem e medições da piezometria regional), realizados no âmbito do estudo de um campo de captações, alguns quilómetros a jusante de Almeirim, identificaram particularidades hidrológicas e geofísicas que podem ser associadas a zonas de falha: uma importante estrutura com direcção NW-SE, pertencente a um sistema de fracturas aflorante a sul de Santarém, e outra orientada NNE-SSW, pertencente a um sistema representado a sul pelas zonas de falha de Azambuja e de Vila Franca de Xira.
4. Les Événements Tectono-Sédimentaires du Passage Pliensbachien-Toarcien dans le Haut-Atlas de Midelt (Maroc): Influence sur les Assemblages Argileux
B. Igmoullan ; L. Daoudi ; L. V. Duarte ; D. Sadki (10 páginas)
resumo: Na região de Midelt (Alto Atlas, Marrocos), o Lias inferior e médio é representado por dolomias e calcários com Opisoma, sendo a fracção argilosa rica em ilite. No entanto, esta sedimentação carbonatada, de plataforma interna pouco profunda e relativamente homogénea, é substituída nas regiões de Talghemt e de Ikis por depósitos de plataforma externa, igualmente ricos em ilite. Estes dois domínios estão separados por um paleorrelevo correspondente a uma barreira recital, na zona de passagem do alinhamento estrutural que delimita a norte o Alto Atlas. No Toarciano inferior, a natureza e a geometria dos depósitos, assim como a evolução das associações de minerais de argila comprovam urna variação radical nas condições de sedimentação, em relação ao desmembramento da plataforma carbonatada inicial. Este evento, que mostra o seu paroxismo na passagem Domeriano-Toarciano, é responsável pela estruturação da região em blocos basculados, organizados num mosaico de pequenas bacias, separadas por zonas mais elevadas.
5. Les Séquences de Dépôt dans le Crétacé Inférieur du Bassin Lusitanien
J Rey; P. C. de Graciansky ; Th. Jacquin (28 páginas)
resumo: A série sedimentar da Bacia Lusitânica pode ser subdividida, para o intervalo Valanginiano superior-Albiano, em 37 sequências deposicionais de 3ª ordem, perfeitamente identificadas nas arribas costeiras entre o cabo Espichel e a região de Ericeira. Estas sequências inscrevem-se em 3 ciclos de transgressão-regressão de 2ª ordem. A comparação com outras bacias sedimentares da Europa Ocidental revela o mesmo número de sequências e uma evolução semelhante às das margens do Altântico Norte. Esta evolução difere, em parte, da registada nas margens tetisianas. Assim, a sucessão deposicional em Portugal testemunha fortes oscilações do nível do mar de origem tectono-eustática, reflectindo a evolução estrutural do cratão oeste-europeu e das margens atlânticas.
6. Magnitude de Durée de Signal et Impact de Ia Géologie sur les Résidus de Site pour le Réseau Sismologique du Maroc-Nord
Lahsen Ait Brahim ; Issam Mouayn ; Mohamed Limouri ; Nacer Jabour ; Ben Aissa Tadili ; Chafik Nakhcha ; Mouna Benhalima (16 páginas)
resumo: A rede de prevenção sísmica marroquina compreende uma centena de estações, com 69 sismógrafos e acelerógrafos fixos e trinta estações portáteis distribuídas por aproximadamente 50 locais do N de Marrocos, NMSNET (Rede Sísmica do N de Marrocos). A equação para determinar a magnitude e duração do sinal (MD) foi estabelecida, desenvolvida e testada para 25 estações fixas seleccionadas a partir da r e e de prevenção. Esta equação é obtida associando a duração do sinal, em segundos, e a distância, em graus, à magnitude de referência, mb, publicada nos boletins espanhóis de sismologia do IGN (Instituto Geografico Nacional), para 475 tremores de terra (395 para estabelecer a lei de magnitude e 80 para a testar) com focos superficiais registados por estas 25 estações entre Janeiro de 93 e Março de 2001, com 2,5 < mb < 5,4…
7. O Fosso da Ribeira de Telhares (SW de Portugal). Um Elemento Pertencente a um Alinhamento de Grabens Subparalelo ao Sistema Arrifóias-Aljezur-Sinceira
E. J González-Clavijo ; R. P Dias (36 páginas)
resumo: O fosso da Ribeira de Telhares é urna depressão tectónica de direcção geral N-S e dimensão 5 X 1 km. É controlado por falhas normais longitudinais (N-S) e transversais (ENE-WSW) que, posteriormente, têm movimentação em desligamento esquerdo as longitudinais e direito as transversais. Os dois sistemas de falhas fragmentam o fosso em vários horsts e grabens menores. Os sedimentos que preenchem o fosso foram divididos em duas formações, de Telhares e de Tramagueira, que, por correlação estratigráfica, foram atribuídas ao Tortoniano Superior-Messiniano Inferior e ao Gelasiano, respectivamente. Estes depósitos sedimentares formaram-se em meio continental, com clima sub-húmido sazonal e, provavelmente, relacionados com relevos próximos. Estão parcialmente cobertos por depósitos fluviais quaternários que constituem a planície aluvial actual e por sedimentos quaternários que formam vários sistemas de terraços. Com excepção dos depósitos quaternários, os materiais da cobertura interior do fosso estão falhados e apresentam estruturas interpretadas corno paleossismitos. Este fosso faz parte de um sistema de fossos subparalelo ao sistema Arrifóias-Aljezur-Sinceira, situado 25 km para W.
8. O Maciço Alcalino de Monchique (SW português): Estrutura e Modelo de Instalação na Crosta Superior
E. J. González-Clavijo ; V Valadares (18 páginas)
resumo: A revisão da cartografia geológica pôs em evidência a presença de unidades diferenciáveis de sienito nefelínico, bem como a identificação de novas áreas de rochas básicas e brechas. Todas estas unidades definem uma estrutura zonada, típica destes maciços, já descrita em Sines e Sintra. O contacto com o encaixante paleozóico é subvertical, de natureza intrusiva, e corta a estrutura varisca. Várias evidências, entre as quais se encontram o alongamento do maciço e a presença de um sistema de falhas (ENE-WSW), que podem resultar da reactivação de estruturas antigas, sustentam a hipótese da existência de um controlo estrutural da intrusão. Baseado nas principais características e na disposição espacial das diferentes unidades cartografadas, propõe-se um modelo de instalação no nível superior da crosta. Esta inicia-se com a intrusão de grandes diques de rochas básicas a favor das estruturas ENE-WSW, seguida da instalação de vários corpos intrusivos, de geometria ovóide e composição sienítica. Nas zonas de interacção entre as rochas básicas e as primeiras intrusões sieníticas, formaram-se brechas de vários tipos. A debilidade estrutural gerada pelas intrusôes anteriores facilita a ascensão de um corpo de sienito nefelínico, de grandes dimensões, que ocupa a posição central.
9. Petrogenesis of Quaternary Magmatism in S. Vicente Island (Cape Verde)
M. J. Trindade ; J. Mata ; J. Munhá (20 páginas)
resumo: A última fase de actividade vulcânica na ilha de S. Vicente ocorreu no Quaternário e está representada por lavas e escórias de natureza essencialmente basanítica, aflorantes em pequenos aparelhos vulcânicos situados no litoral nordeste. Neste trabalho apresenta-se um conjunto de dados de química mineral e de geoquímica de rocha total, englobando composições em elementos maiores e traço, destas rochas vulcânicas quaternárias de S. Vicente. Estas composições indicam que as lavas são alcalinas sódicas apresentando grau de subsaturação variável (basanitos a metanefelinitos), num espectro composicional restrito e pouco evoluído. Como é típico de lavas alcalinas, encontram-se extremamente enriquecidas em elementos incompatíveis. Ao contrário do proposto por anteriores autores a ocorrência de metassomatismo carbonatítico não é considerada como causa significativa deste enriquecimento. A forte fraccionação entre LREE e HREE e as anomalias negativas de Rb e K nos padrões normalizados de elementos incompatíveis denunciam a geração dos magmas na presença de granada e anfíbola residual. Para a preservação destas fases residuais acessórias contribuiu o facto dos magmas resultarem de pequenas percentagens de fusão (9 a 16 %). Concluiu-se que as lavas de Calhau, as mais subsaturadas, foram geradas por taxas de fusão mais baixas e a maiores profundidades (correspondendo a pressões da ordem de 3,2 Gpa) que a média obtida para a profundidade de segregação magmática dos restantes magmas (x=2,6 Gpa). O uso de razões entre elementos incompatíveis revelou a natureza não primordial da fonte mantélica e o seu carácter fortemente heterogéneo. Demonstra-se que tanto os magmas caracterizados por profundidades de segregação magmática semelhantes como os gerados a diferentes profundidades apresentam razões entre elementos-traço fortemente incompatíveis (e.g. Ba/La) distintas, sugerindo a existência de heterogeneidades mantélicas verticais e horizontais. Tais heterogeneidades na fonte mantélica foram as principais responsáveis pela variabilidade geoquímica das lavas estudadas, sendo, no entanto, também de referir variações na percentagem de fusão e a ocorrência, para o caso de Salamansa, de processos de cristalização fraccionada incipientes (F=0,8), Para explicar as evidências químicas para a participação de anfíbola na petrogénese das rochas estudadas, é proposto um modelo que envolve a contaminação dos magmas em ascensão por fundidos enriquecidos gerados na litosfera.
10. Recursos Hídricos da Ilha da Madeira
S. Prada ; M A. Gaspar ; M. O. Silva ; J. V. Cruz ; M. M. Portela ; G. R. Hora (18 páginas)
resumo: Os recursos hídricos subterrâneos constituem a principal fonte de abastecimento na Madeira, ilha com cerca de 240 500 habitantes. A captação faz-se através de galerias, túneis, furos e aproveitamento de nascentes. O volume anual de recursos subterrâneos, consumido no abastecimento público, indústria, rega e produção de energia, é de 185 000 000 m3. A recarga ocorre predominantemente nas zonas altas e planas da ilha. A parcela de recarga proveniente da chuva não é suficiente para manter as condições observadas no aquífero de base, sendo a recarga complementada por água proveniente dos nevoeiros e retida pela vegetação. O modelo que melhor traduz a variação da precipitação com a altitude é uma regressão quadrática. O escoamento ocorrido na rede hidrográfica é não só consequência directa da precipitação mas também das reservas subterrâneas e do escoamento hipodérmico. O modelo hidrogeológico proposto para a ilha prevê a existência de aquíferos suspensos em altitude, relacionados com níveis impermeáveis; um aquífero de base com características distintas em função dos complexos vulcânicos; e aquíferos compartimentados por filões subverticaís que atravessam intensamente o edifício vulcânico.
11. Synopsis of Lunda Geology, NE Angola: Implications for Diamond Exploration
Eurico Pereira ; José Rodrigues ; Bernardo Reis (24 páginas)

resumo: No presente estudo, apresenta-se uma síntese da geologia da Luanda (NE de Angola) com vista a um melhor entendimento das ocorrências de jazigos primários e secundários de diamante. As enormes potencialidades diamantíferas da região são encaradas de forma abrangente, apoiadas em primeiro grau na definição do Cratão do Congo, a partir de um núcleo do Arcaico, até aos vários cinturões móveis acretados, sucessivamente, a este núcleo. No conjunto, dão corpo ao edifício cratónico onde a variação do gradiente geotérmico e a curva de estabilidade do diamante são determinantes na génese e transporte até à superfície deste precioso mineral.Giza-se de seguida a evolução da Bacia Central do Congo, grande região situada na zona central de África onde, mercê de drenagem endorreica, se acumulam espessas sequências sedimentares, iniciadas no Paleozóico superior, e que assumem expressão máxima no Meso-Cenozóico. Também se faz referência à deformação pré-atlântica do Cratão do Congo que comanda os processos sedimentológicos, essencialmente terrigenos e continentais, deformação essa que atinge pontos críticos com a abertura do Atlântico Sul. Referem-se as grandes repercussões do “rift” oceânico no interior do cratão, reactivando estruturas tectónicas herdadas de ciclos anteriores com direcções dominantes que controlam, em absoluto, as vindas kimberlíticas e estruturas alcalinas associadas.

Dedica-se ainda um largo espaço às unidades sedimentares portadoras de diamante, com especial destaque para a Formação Calonda do Grupo Kwango, Grupo Kalahari e depósitos eluvio-aluvíais do Quatemário que, em fases sucessivas, colectam e redistribuem o diamante. Discute-se, caso a caso, o potencial destas unidades na inventariação e prospecção de jazigos secundários detríticos.

A finalizar, faz-se o balanço crítico e alvitram-se as consequências económicas que impendem sobre os jazigos de diamante de Angola, primários e secundários, nas vertentes da sua potencialidade e perspectivas para o futuro.

12. Utilização de Informação Auxiliar (Qualitativa e Quantitativa) na Simulação de Variáveis Regionalizadas. Aplicação à Parametrização da Reserva do Jazigo Aurífero de Castromil
A. G. Luís ; A. J Sousa (22 páginas)

resumo: A estimação geoestatística baseia-se na quantificação da contiguidade espacial de variáveis regionalizadas, para produzir uma imagem das respectivas características médias. No entanto, sabendo que as variáveis que definem um qualquer sistema natural não são totalmente caracterizadas pela amostragem, recorreu-se também à prática ancestral de procurar substituir o desconhecido pelos seus cenários mais prováveis. Deste modo, procedeu-se à sua “imitação” através do ajustamento de processos estocásticos de simulação geoestatística, capazes de incorporar o processo de estimação seleccionado como o mais adaptado à variabilidade específica do jazigo, e a forma do sistema natural em estudo. Este procedimento permitiu complementar a imagem condicionada mais provável das características médias da variável em estudo, obtidas pela estimação, com os possíveis valores extremos e funções de distribuição, em cada suporte de descritização, que respeitam a variabilidade empírica observada.Nesta perspectiva, apresenta-se o desenvolvimento e aplicação de processos estocásticos de simulação geoestatística à variável principal do jazigo aurífero de Castromil que, em face de oferecer algumas expectativas de exploração, está significativamente amostrado, quer na variável principal (teores de Au) quer nas variáveis complementares (teores de Ag e classificações litológicas e colorimétricas), presentes nos materiais atravessados pelas sondagens de reconhecimento.

Estas acções foram efectuadas através de análises e modificações do programa “Sequential Gaussian Simulation” da biblioteca de programas GSLIB – Geostatistical Software Library.


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