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Tomo L (1966)

Tomo L (1966)


Tomo L (1966)Categoria: Publicações, Comunicações Geológicas, 1960 a 1969

15.90

O preço inclui IVA à taxa legal em vigor.

Descrição

Artigos

1. Condições de Formação do Jazigo Uranífero de Nisa.
Ludgero Pilar (34 páginas)

resumo: O jazigo de Nisa ocupa uma faixa de terreno com 5 km de comprimento por 1 km de largura máxima, situada entre as povoações de Nisa e Monte Claro, no distrito de Portalegre da província do Alto Alentejo.A mineralização uranífera aparece, na sua quase totalidade, nas rochas xistentas da auréola metamórfica de contacto, originada pela intrusão do granito monzonítico hercínico do Alto Alentejo com o Complexo xisto-grauváquico ante-ordovícico.

Nas rochas encaixantes da mineralização uranífera predominam os filitos, os metagrauvaques, os xistos micáceos e quartzo-micáceos, em geral mosqueados e por vezes grauvacóides, as corneanas pelíticas e quartzo-pelíticas, e os granitos endomorfizados da bordadura do contacto.

As alterações mais importantes que afectam estas rochas são: argilização, sericitização, cloritização, caulinização e alterações ferríferas.

(…) – Resumo parcial

2. Gîtes d’ Uranium Portugais dans des Formations Métasédimentaires.
F. Limpo de Faria (42 páginas)

resumo: Os jazigos e as ocorrências de minérios uraníferos em metassedimentos (xistos argilosos ou argilo-gresosos e grauvaques) localizam-se, na maior parte dos casos, em formações do Complexo xisto-grauváquico ante-ordovícico, na orla metamorfizada pela intrusão de granitos hercínicos, orla que não excede, em regra, 2 km de largura.Esta localização, restrita e sempre na proximidade daqueles gra nitos, deve explicar-se por o urânio, que por lixiviação forneceu as soluções uraníferas, se encontrar naqueles granitos ou em jazigos primários existentes nele e o endurecimento das rochas xistentas, provocado pelo citado metamorfismo de contacto, ter originado aí melhores condições de circulação.

A idade das mineralizações primárias, nos granitos hercinicos, é do final do Cretácico ou do Eocénico; as ocorrências em metassedimentos são, portanto, contemporâneas ou posteriores e, por vezes, podem ser mesmo muito recentes.

(…) – Resumo parcial

3. In Memoriam. Dr. Ludgero da Piedade Pilar (1920-1967).
Rogério Cavaca (4 páginas)
4. Integração de Dados de Valorização de Jazigos Tabulares com Vista à sua Exploração a Céu Aberto.
Claudino Martins Vicente (20 páginas)

resumo: A desfazagem entre os trabalhos de pesquisa e reconhecimento presentemente em curso no jazigo de Nisa e a oportunidade mais ou menos longínqua de exploração mineira deste jazigo, faz sentir a necessidade de se dar aos elementos de valorização que se vão obtendo, uma feição tão avançada quanto possível no sentido da fase de aproveitamento económico, de forma que, quando a decisão de desmonte for tomada, os dados disponíveis não tenham que ser submetidos a novos e laboriosos cálculos em função dos parâmetros técnico-económicos condicionadores de uma exploração rentável.Como contribuição para a resolução deste problema específico de Nisa ou de qualquer outro jazigo tabular ou de morfologia equivalente (semitabular, lenticular, estratiforme, etc.), reconhecido por sondagens verticais ou qualquer outro processo permitindo a determinação das possanças segundo a vertical (poços, etc.), define-se factor geológico de explorabilidade a céu aberto (G) e mostra-se como este conceito pode ser utilizado na prática para o estabelecimento da configuração teórica da pedreira correspondente a uma exploração rentável a céu aberto. A consideração deste factor permite ainda obter facilmente as reservas de minério correspondentes ao volume da referida pedreira, ou classificar as reservas geológicas de minério por escalões de custos de produção.

A terminar, analizam-se as condições em que uma exploração a céu aberto é economicamente preferível a uma exploração subterrânea.

5. Introdução.
Rogério Cavaca (42 páginas)
6. O Jazigo da Senhora das Fontes.
Rui Figueiredo de Barros (22 páginas)

resumo: O jazigo da Senhora das Fontes (Pinhel-Guarda) confina-se a um pequeno retalho do Complexo xisto-grauváquico ante-ordovícico, que se localiza no contacto com o granito hercínico numa zona visivelmente afectada por acções dinâmicas mais ou menos intensas.À superfície, o jazigo mede 190 X 10 m e aparenta morfologia lenticular subordinada à direcção geral N 85º W. Em profundidade, prolonga-se com dimensões gradualmente mais reduzidas para além dos -120 m.

Xistos quartzo-micáceos, intercalados num tipo de granito monzonítico de textura gnáissica, são as rochas predominantes.

A mineralização uranífera é abundante e ocorre exclusivamente sobre as rochas xistentas com uma distribuição preferencial bem definida pelas zonas de fractura e esmagamento.

(…) – Resumo parcial

7. Petrografia das Rochas Metamórficas e dos Granitos de Contacto da Região de Nisa.
Ludgero Pilar (24 páginas)

resumo: A auréola metamórfica de contacto formada pela intrusão do granito monzonítico hercínico do Alto Alentejo (granito regional) no Complexo xisto-grauváquico ante-ordovícico é constituída por rochas dos seguintes tipos: filitos e filitos quártzicos, mosqueados; xistos pelíticos e quartzo-pelíticos, mosqueados; corneanas pelíticas (aluminosas) e quartzo-pelíticas; e corneanas quartzo-calcossilicatadas.Além destas rochas, identificaram-se no Complexo xisto-grauváquico da área do jazigo de Nisa as seguintes formações do metamorfismo regional de baixo grau: filitos e filitos quártzicos; xistos micáceos e quartzo-micáceos, finos; xistos quartzo-micáceos grauvacóides e meta-grauvaques; e xistos quartzo-calcossilicatados.

Os granitos do contacto, ao longo de toda a auréola metamórfica, apresentam quase sempre minerais de metamorfismo. Deste modo, foram assinaladas abundantes ocorrências de granitos monzoníticos porfiróides e de granitos alcalinos finos, com andaluzite, silimanite, cordierite e turmalina.

8. Prospection Géophysique à Nisa.
Carlos Gonçalves (14 páginas)

resumo: O jazigo uranífero de Nisa, descoberto em 1957 pela prospecção preliminar cintilométrica, é constituído por uma disseminação de minério secundário de urânio nos xistos ante-ordovícicos, junto ao contacto com os granitos. Estes xistos mineralizados distribuem-se numa área de forma elíptica de cerca de 467 hectares. O cálculo das reservas uraníferas para uma área de 84 hectares já estudada e considerada mais rica, deu cerca de 1500 toneladas de U3O8.Verificou-se não haver correspondência perfeita entre as anomalias radiométricas superficiais e a mineralização subsuperficial, o que dificulta a localização das sondagens de reconhecimento. Foi projectada a utilização da geofísica com o fim de investigar a existência de estruturas e a distribuição da mineralização e estudar o contacto xisto-granítico. Foram prospectados 188 hectares pelo método das cartas de resistividades eléctricas, a profundidades diferentes segundo linhas de emissão de 360 m e 65 m e ensaiou-se uma «carta de anomalias residuais».

(…) – Resumo parcial


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