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Tomo LII (1967)

Tomo LII (1967)


Tomo LII (1967)Categoria: Publicações, Comunicações Geológicas, 1960 a 1969

15.90

O preço inclui IVA à taxa legal em vigor.

Descrição

Artigos

1. Décóuverte de Vertébrés Fossiles dans le Miocène de la Région de Leiria.
G. Zbyszewski ; O. da Veiga Ferreira (6 páginas)

resumo: Le 6 Avril 1966, les deux signataires de la presente note découvrient dans une tranchée de la nouvelle route entre Amôr et Monte Real, une extrémité proximale de défense de Mastodonte et quelques os de vertébrés très fragmentés. La défense étant difficile à extraire, il fut résolu de la retirer en une autre occasion, une fois obtenu une autorisation de fouille de la part de la Junta Autónoma das Estradas.Le dégagement de la défense eut lieu le 4 juillet 1966. Il fut suivit par une reconnaissance attentive des alentours, qui fit découvrir d`autres restes de vertébrés en place dans une deuxième tranchée située à quelques centaines de metres plus au Nord.

Finalement dans une vigne située à l’Ouest de la route et dans un petit ravin qui lui fait suite, on recueillit aussi quelques ossements émiettés, ainsi qu’une moitié de fémur de Mastodonte que nous figurons plus loin.

2. Descoberta de Mesodevónico em Portugal (Portalegre).
J. Correia Perdigão (22 páginas)

resumo: Um dos sistemas menos representado no Paleozóico ibérico é o Devónico.No nosso País, apenas são conhecidos afloramentos do Devónico inferior e superior; deste modo, corresponde o Devónico médio a importante lacuna.

Em Espanha (Astúrias e Leão), este andar é conhecido com a série estratigráfica completa. Inicia-se por grés, calcários e xistos nodulosos com Paraspirifer cultrijugatus e Calceola sandalina (Cuviniano) e termina com calcários de coraliários e crinóides (Givetiano).

Neste trabalho, baseados no estudo dos Braquiópodes das colecções dos Serviços Geológicos, assinalamos, pela primeira vez, a existência de Devónico médio em Portugal.

3. Estudos Geológicos na Pedreira do Mestre André (Barrancos).
J. Correia Perdigão (10 páginas)

resumo: A pedreira do Mestre André é uma antiga louseira a 750 m a S 43ºE do vértice geodésico Colorado (NE de Barrancos), numa encosta de fácil acesso por estrada que se continua além fronteira em Espanha.Desta pedreira são extraídas grandes lajes, sobretudo utilizadas na pavimentação das casas e dos pátios da povoação de Barrancos, muitas delas, com a superfície coberta – como que artisticamente – por Pistas e marcas; estas são consideradas bons fósseis de fácies, indicando mares pouco profundos e tranquilos, mas sem valor estratigráfico. Todavia, quanto às primeiras, da sua associação a fósseis característicos pode advir-lhe certa importância estratigráfica, embora puramente regional.

É assim que, em virtude da carência de fósseis característicos em todo o Ordovícico do Grande Afloramento do Alentejo, a pedreira do Mestre André atinge grande importância pela riqueza e variedade destes fósseis e, principalmente, por ter sido nesta louseira que apareceram os únicos fósseis característicos – Didymograptus – do Ordovícico de todo o afloramento.

4. Le Lias du Portugal. Vue d’ Ensemble et Division en Zones.
René Mouterde (17 páginas)
resumo: Les principaux travaux sur le Lias portugais sont dûs à PAUL CHOFFAT [1880, 1883, 1903, 1907, 1908], un certain nombre d’observations locales et quelques révisions paléontologiques ont été publiées depuis [FREIRE D’ANDRADE, CARLOS TEIXEIRA, ROMARIZ, RENÉ MOUTERDE, CH. RUGET-PERROT, CAMARATE FRANÇA, MOITINHO D’ALMEIDA, G. ZBYSZEWSKl, SCHOTT.]. On voudrait donner ici à l’occasion du colloque, une vue d’ensemble sur la série stratigraphique et la succession des faunes; on esquissera en même temps des divisions en zones, sous-zones et horizons, autant que l’état actuel des recherches le permet.
5. Le Lias Moyen de São Pedro de Muel (Portugal) – Première Partie.
René Mouterde (24 páginas)
6. Le Mastodonte du «Pliocène» de Santarém.
G. Zbyszewski (6 páginas)

resumo: Dans une communication présentée à l’ Académie des Sciences de le 5 Mai 1965, nous avons donné connaissance de la découverte de deux défenses de Mastodonte dans le Pliocene de Portas do Sol (Santarém). Nous en donnerons ci-après les photographies, en les accompagnant de quelques commentaires destinés à compléter ce qui en été dit antérieurement.Il s’agit de deux extrémités d’incisives inférieures d’un animal d`assez forte taille. Elles sont légerement aplaties. L ‘incisive droite a comme longueur 460 mm; diamètres de base 94 mm et 50 mm; diametres vers l’extrémité 68 mm et 46 mm. L’incisive gauche a comme longueur 480 mm; diamètres de base 95 mm et 50 mm diamètres vers l’extrémité 61 mm et 54 mm.

7. Le Paléolithique des Cerrasses du Sorraia à l’ Est de Benavente.
G. Zbyszewski ; O. da Veiga Ferreira (14 páginas)
resumo: Le Quatemaire de la rive sud du Sorraia, à l’Est de Benavente, comprend trois niveaux de terrasses étagées entre 8 m et 20 m; entre 25 m et 35 m et entre 40 m et 70 m au dessus du fleuve. Ces terrasses sont constituées par des conglomérats, des sables, des grés argileux et des argiles. Au cours des levés géologiques qui viennent d’être exécutés dans la région entre Benavente et Coruche, il nous a été possible d`y découvrir, en place dans les tranchées du canal d’irrigation du Sorraia, plusieurs gisements d’industries paléolithiques d’intérêt stratigraphique. Tous sont en rapport avec des basses terrasses (Tyrrhénien II).
8. Note sur la Stratigraphie de l’ Amas Coquillier Mésolithique de Cabeço da Arruda (Muge).
Jean Roche (26 páginas)

resumo: L’ amas coquillier de Cabeço da Arruda est situé sur la rive droite de la riviere de Muge, à 5 km en amont du village. En 1863, F.A. PEREIRA DA COSTA le décrit comme un cordon long de 95 mètres, large au maximum de 40 mètres et dont la hauteur du remplissage atteignait au moins 5 metres.Actuellement, ce qui subsiste du gisement primitif a la forme d’une éllipse un peu irréguliere qui aurait été sectionnée selon son grand axe et dont la moitié Sud-Ouest aurait dispam. Ce grand axe orienté Nord-Ouest, Sud-Est a 85 metres de longo Le petit axe atteint une longueur maximum de 30 metres. L’épaisseur des couches archéologiques est de 5 mètres dans la région centrale. Le gisement se prolonge en direction du Sud-Est par une petite presqu’ile longue de 110 metres, large d’une cinquantaine de mètres qui s’avance dans la plaine inondable. Il y a une dizaine d’années, on pouvait y observer les traces d’un atelier de taille de quartzites.

9. Os Graptólitos e Fauna Associada da Região de Portalegre.
J. Correia Perdigão (14 páginas)

resumo: Nesta notícia damos o resultado da revisão, na região de Portalegre, dos graptólitos e outra fauna variada que aparece com eles associada na mesma amostra de mão, proveniente das colheitas de DELGADO, existentes nos Serviços Geológicos.A fauna silúrica ocorre em lentículas xistosas, intercaladas em grés, quartzitos e xistos, sem fósseis, que são considerados também silúricos, como equivalentes do Valenciano.

A lito-fácies destas lentículas xistosas é constituída por xistos negros ampelitosos ou cinzentos-escuros; estes últimos mais ou menos metamorfizados, de modo que, quando o metamorfismo é fraco, ainda, se apresentam levemente ampelitosos, o que parece significar tratar-se sempre dos mesmos xistos.

10. Quelques Types de Sporomorphes de Sediments Crétacés d’ Aveiro, Portugal.
M. Kdeves ; F. Diniz (10 páginas)
resumo: Étude du fiche contenu pollinique d’une argile charboneuse provenant d’ Aveiro (Portugal). Seuls les types de pollens qui sont importants pour la datation de l’échantillon étudié ont été considérés. Ils permettent d’affirmer qu’il appartient au Crétacé supérieur (Campanien/Santonien).
11. Sobre o Prolongamento e Presumível Idade da Faixa com Vegetais Fósseis de Eiras Altas (Barrancos).
J. Correia Perdigão (6 páginas)

resumo: A faixa com vegetais fósseis de Eiras Altas corresponde, na região de Barrancos, à rubrica «Grauvaques e xistos superiores» de NERY DELGADO, colocada por este autor no topo do Silúrico, embora admitindo a possibilidade de ser devónica [1908, pág. 224], paralelizada por CARRINGTON DA COSTA [1931, págs. 58-59] com a base do Ordovícico e atribuída por CARLOS TEIXEIRA [1951] ao Eodevónico.Esta faixa, vinda de Espanha, passa por Barrancos, a oriente de Amareleja e de Mourão, penetra aqui, novamente em Espanha e entra outra vez em Portugal através do Guadiana, na região de Capelins, donde se estende até às proximidades de Estremoz, apertando cunha.

12. Subsídios para o Conhecimento Geológico do Maciço Eruptivo de Monchique.
F. Gonçalves (16 páginas)
resumo: Nos meses de Agosto e Setembro de 1966, com o patrocínio da Direcção-Geral de Minas e Serviços Geológicos, procedemos ao reconhecimento geológico geral do maciço eruptivo de Monchique.
13. Tungsten-tin Mineralization and Paragenesis in the Panasqueira and Vale da Ermida Mining Districts, Portugal.
F. Cardoso D’ ORey (52 páginas)

resumo: A detailed reflected light study, employing recent developed methods of reflectometry, microhardness, interferometry, and electron probe microanalysis, has been carried out on vein specimens of tungsten-tin ores from the Panasqueira and Vale da Ermida Mining Districts, Portugal.Several mineral species are reported for the first time including especially a group of silver sulphoantimonides, nativo silver and nativo gold.

Textural and mineralogical evidence, suggests the presence of two different blocks related to different emanative centres.

Paragenetical studies, have also been used in the determination of zoning and possible temperatures of mineral deposition.

Comments on industrial problems and recommendations for future work are outlined.

14. Une Nouvelle Station Paléolithique de Style Microlusitanien: Le Gisement du Promontoire de Môrro à l’ Ouest de Sesimbra.
G. Zbyszewski ; O. da Veiga Ferreira (8 páginas)

resumo: Au cours des levés de la feuille géologique au 1/50000ème de Setúbal, il nous a été possible d’observer l’existance à l’Ouest de Sesimbra, d ‘une petite station paléolithique de style microlusitanien en tous points semblable à celles qui avaient été antérieurement décrites auprès du fort de Barralha dans la région du cap d’Espichel [BREUIL & ZBYSZEWSKI, 1945] et auprès du fort de Cavalo à l’Ouest de Sesimbra [ZBYSZEWSKI, FLAES, MENDES LEAL et RAU, 1946].Le gisement que nous décrivons ci-après se trouve localisé sur le promontoire de Môrro à quelques centaines de mètres au SW du signal géodésique de Picôto, c’est à dire à l’Ouest du débouché sur la mer de la riviere de Cavalo.


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