2430
PT LOGIN LOGIN
Tomo LVI (1972-73)

Tomo LVI (1972-73)


Tomo LVI (1972-73)Categoria: Publicações, Comunicações Geológicas, 1970 a 1979

15.90

O preço inclui IVA à taxa legal em vigor.

Descrição

Artigos

1. A Fauna dos Grés e Quartzitos Silúrico-devónicos de Portalegre e a sua Posição Estratigráfica
Jacinto Correia Perdigão (28 páginas)

resumo: NERY DELGADO [1908] considerou a maioria das formações siliciosas fossilíferas (grés e quartzitos) da região de Portalegre no topo do Silúrico, sob a rubrica S «”grés superiores”) admitindo, porém, que alguns destes depósitos pudessem corresponder ao Devónico [Op. cit., pág. 169].Mais tarde, PRUVOST [1914] estudou diversos fósseis , alguns paleozóicos de Portalegre e particularmente dos grés de S. Mamede e do Mte. de Ana da Serra, que sincronizou, respectivamente , com o Gediniano e Ludloviano.

Na revisão de alguns fósseis deste nível dos «grés superiores», a que procedeu CARRINGTON DA COSTA [1940], a opinião de PRUVOST quanto à idade daquelas formações, embora sem a certeza [Op. cit., pág. 8] da exacta equivalência, das camadas com Pterinea retroflexa e Gramysia cingulata ao Ludloviano.

Também no estudo das trilobites devónicas feito por MELLADO & THADEU [1947], estes autores chegaram às mesmas conclusões, na parte respeitante ao Gediniano.

2. Contribuição para o Conhecimento do Paleolítico da Região de Torres Novas
O. da Veiga Ferreira ; G. Zbyszewski (18 páginas)

resumo: A região de Torres Novas é bastante rica em indústrias paleolíticas. No entanto, até agora tinha sido pouco estudada.Em 1940-42, no decurso de diversas visitas às grutas da nascente do rio Almonda e da Bugalheira, um de nós (G. Z.) teve oportunidade de recolher indústrias paleolíticas nas áreas do Castelo Velho, Eirinhas e Casais Martanos.

O estudo dos objectos colhidos, embora apresentado numa reunião da Secção de Pré-história da Associação dos Arqueólogos Portugueses, não tinha sido publicado.

(…)

No presente trabalho apresentaremos as peças colhidas em 1941-42 acrescentadas de mais algumas encontradas no decurso dos levantamentos geológicos da Carta Geológica de Portugal na escala de 1:50 000 – Folha de Vila Nova de Ourém, realizados há cerca de dois anos.

3. Étude de Quelques Formations Eruptives Intrusives dans le Cenomanien des Cartes au 1:50 000 échelle – Des Environs de Lisbonne (Portugal)
Pierre Yves Berthou ; D. Santallier (18 páginas)

resumo: Les cartes au 1/50 000è de Cascais, Sintra, Loures et Lisbonne montrent de nombreux filons, sills et dykes de nature pétrographique variée: rhyolites, trachytes, andésites, labradorites , basaltes. Les premiers relevés précis et quelques descriptions sommaires en ont été faits vers le début de ce siècle par P. CHOFFAT, V. SOUSA BRANDÃO et J. MACPHERSON.Ceci a été suivi, plus récemment, de publications variées dont les auteurs principaux sont: C. F. TORRE DE ASSUNÇÃO, J. BRAK-LAMY , F. L. PEREIRA DE SOUSA, A. DE JESUS, G. ZBYSZEWSKI, C.A. DE MATOS ALVES, F. MENDES.

La difficulté de leur étude, due à la multiplicité des gisements, à leur faible puissance et à 1’état d’altération des explique que roches, explique que ces formations soient bien moins connues que ce célles du massif de Sintra ou de la nappe basaltique de Lisbonne. En particulier, on ignore l’époque exacte de leur mise en place; fréquentes dans le Jurassique, le Crétacé inférieur et le Cénomanien inférieur, plus rares dans le Cénomanien supérieur, on sait seuleinent que certaines d’entre elles recoupent la nappe basaltique de Lisbonne, d`âge Paléogène probable.

Le travail présenté ici se limite à l’étude d’affleurements rencontrés dans le Cénomanien et constitués par des roches à tendence acide: rhyolites d’une part, trachy-andésites et andésites d’autre part.

4. Étude des Otolithes des Téléostéens (Pisces) du Miocène des Environs de Lisbonne
S. Jonet (222 páginas)
resumo: Foram estudados pouco mais de 10 000 otolitos recolhidos no Burdigaliano superior (IV-a), no Helveciano inferior e superior (V-a, V-b, VI-a e VI-b) e no Tortoniano inferior (VII-a) dos arredore$ de Lisboa. Pertencem a 30 famílias com 42 gêneros e 73 espécies das novas. Depois de ter sido descritos, foram comparados com as espécies modernas mais próximas. Sua repartição mostra uma profundidade da bacia de sedimentação assim como da das águas durante o Miocénlco.
5. Glossário Paleontológico (Brachiopoda) – I Parte
Maria de Fátima Beato (92 páginas)

resumo: Ao iniciar o estudo de Braquiópodes deparei com algumas dificuldades, quer pela falta de terminologia portuguesa que traduzisse exactamente as definições, quer pela diferente interpretação atribuída, muitas vezes, ao mesmo termo. Na tentativa de suprir esta lacuna elaborei um glossário dos mais importantes termos de morfologia, utilizados na sistemática.Dada a extensão do trabalho, achei conveniente dividi-lo em duas partes: na primeira definem-se os principais termos de morfologia externa e evolução dos braquiópodes; na segunda dar-se-ão as definições dos principais termos de morfologia interna. A cada termo juntei, sempre que possível, as traduções inglesa e francesa e, para uma mais fácil consulta, no final do trabalho encontram-se índices de termos portugueses, ingleses e franceses.

Existirão, possivelmente, definições pouco claras, imprecisões ou até lacunas que espero me sejam apontadas por todos aqueles a quem este glossário seja útil, para que, futuramente , possam ser corrigidas, acrescentadas ou mesmo substituídas.

6. Les Nérinées du Cénomanien de l’ Estremadure Portugaise
Pierre Yves Berthou ; G. Termier (10 páginas)

resumo: D. SHARPE en 1849, P. CHOFFAT en 1886 et 1901 ont décrit des Nérinées recueillies dans les terrains jurassiques et crétacés du Portugal. Ces descriptions déjà anciennes méritent d’être précisées et leurs âges peuvent également être mieux cernés grâce aux études stratigraphiques récentes [P. Y. BERTHOU, 1971].Nous revisons aujourd’hui les especes provenant du Cénomanien de l’Estremadure. Celles-ci, peu nombreuses, présentent l’interêt d’être franchement téthysiennes, certaines d`entre elles ayant été récoltées d’un bout à l’autre de la Méditerranée. Elles pourraient permettre d’envisager pour l`époque considérée, l’existence d’une bordure sublittorale ourlant les zones continentales ou insulaires de ce domaine paléogégraphique.

7. Modèles Mathématiques des Facteurs Paléoécologiques dans Quelques Gisements du Crétacé Inférieur d’ Estremadure
Jacques Rey ; L . Bonnet (30 páginas)

resumo: Les analyses à variables multiples présentent un intérêt considérable dans de nombreux domaines des Sciences Naturelles. En particulier, les divers types d’analyse factorielle permettent une étude approfondie des populations et des facteurs qui en conditionnent la répartition. A partir de la simple comparaison de listes d’especes, il devient possible de dresser un profil des caracteres écologiques du milieu, même lorsque ceux-ci n’apparaissent pas avec évidence dans les données dont on dispose [BONNET, 1964, 1966, 1969; BONNET, CASSAGNAU et lZARRA, 1970, 1972].Nous exposons ici une application de ces méthodes à l’étude de gisements fossilifères marins du Crétacé inférieur, dans la Province d’Estremadura (Portugal).

8. Note sur une Mandíbula de Deinotherium de l’ Helvétien de Lisbonne
G. Zbyszewski (6 páginas)
9. O Devónico de Barrancos (Paleontologia e Estratigrafia)
Jacinto Correia Perdigão (22 páginas)

resumo: O Devónico de Barrancos foi assinalado, pela primeira vez, por NERY DELGADO [1908], que o considerou como «encraves» nos depósitos silúricos. Mais tarde, PRUVOST [1914]” classificou alguns fósseis da região, concluindo pela sua equivalência à fauna dos grés de S. Mamede (Portalegre) , isto é, ao Gediano.Mais recentemente, MELLADO,. & THADEU [1.947] classificaram as trilobites, que indicaram para estas formações a idade coblenciana; conclusões a que já chegara CARRINGTON DA COSTA [1931] no seu estudo de crítica e síntese de toda a fauna citada por NERY DELGADO [1908].

Ultimamente CARLOS, TEIXEIRA [1951] estudou os fósseis vegetais existentes em xistos e grauvaques da região, concluindo tratar-se de fauna eodevónica.

Outros autores têm trabalhos sobre a geologia da região, como FLEURY [1915-1916], MARTINS DA SILVA [1949], TORRE DE ASSUNÇÃO [1951] e PERDIGÃO [1961, 1967, 1970 e 1971], todavia, poucos relacionados propriamente com o estudo do Devónico.

Este trabalho, juntamente com o esboço geológico anexo, de toda a região de Barrancos, constitui nova contribuição para o conhecimento do Devónico. Fomos auxiliados nos levantamentos de campo e colheita de fósseis, pelos colectores PEDRO CARREIRA e, especialmente, JÚLIO BARROSO.

Utilizámos também, as colecções de fósseis de NERY DELGADO, existentes nos Serviços Geológicos.

10. Observações Micropaleontológicas Sobre o Malm do Algarve Ocidental (Portugal)
Miguel M. Ramalho (20 páginas)
resumo: Integrados na campanha de cartografia geológica do Algarve, e em prosseguimento dos nossos trabalhos, iniciámos o estudo micropaleontológico e estratigráfico do Jurássico superior e do Cretácico daquela região. O trabalho agora apresentado refere-se aos primeiros resultados obtidos quando do levantamento das cartas geológicas de Sagres e Lagos, feitas respectivamente pelos Drs. G. MANUPPELLA e R. B. ROCHA, e consideramo-lo unicamente como um estudo preliminar, pois muito ficou por fazer e aclarar.
11. Periodicidade Sísmica nos Açores
F. Machado (9 páginas)
resumo: o estudo da distribuição anual mensal dos sismos dos Açores permite talvez definir, na evolução tectónica do Atlântico Norte, fases de expansão e fases de contracção que ocorrem alternadamente e têm duração de 5 a 7 anos. As principais crises sísmicas das ilhas Faial-Pico parecem produzidas nas fases de expansão, relacionadas com a abertura do rift médio do Atlântico, ao passo que as crises sísmicas da Terceira e S. Miguel corresponderiam às fases de contracção (que nos Açores produzem provavelmente uma expansão em leque representando a actividade do extremo ocidental da faixa alpina).
12. Seconde Datation par le C 14 de l’ Amas Coquillier Mésolithique de Moita do Sebastião (Muge)
O. da Veiga Ferreira ; J. Roche (4 páginas)

resumo: Au cours de la campagne de fouilles de 1954, des échantillons de charbons furent prélevés dans la partie centrale du remplissage de l’amas coquillier mésolithique de Moita do Sebastião. Ces charbons étaient inclus dans une breche calcaire qui s’était formée à la base des couches archéologiques au contact avec le sable légerement argileux de la terrasse de 15-20 metres de la riviere de Muge. Ils étaient donc contemporains de la plus ancienne occupation du site.85 grammes furent alors envoyés au Laboratoire d’Electronique Physique du Centre d’Etudes Nucléaires de Saclay (France) aux fins de datation par le C 14. L’âge absolu du dépôt fui fixé à 7.350±350 ans, soit 5.400±350 ans A. C.

Récemment, les Services Géologiques du Portugal ont fait parvenir des échantillons de charbons provenant du même lot au Professeur Schwabedissen. Ils furent datés par le Laboratoire du C 14 de l’Université de Heidelberg: 7.080±130 ans B. P., soit 5.130±130 ans A. C. (H 2119/1546).


Contacto

Email: venda.publicacoes@lneg.pt
Telefone: + 351 210 924 635


Social Media Auto Publish Powered By : XYZScripts.com