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Tomo LVII (1973-74)

Tomo LVII (1973-74)


Tomo LVII (1973-74)Categoria: Publicações, Comunicações Geológicas, 1970 a 1979

15.90

O preço inclui IVA à taxa legal em vigor.

Descrição

Artigos

1. A Contribution to the Stratigraphical Subdivision of Nonmarine Sediments of the Portuguese Upper Jurassic
Friedrich-Franz Helmdach (18 páginas)

resumo: The Lusitanian basin, a sediment basin which runs in about a N-S direction, was probably formed towards the end of the Paleozoic. Course grained sediments were deposited on the edges and coloured pelitic material was deposited in the middle of the basin during Trias. Marine limestones and marIs covered these during Jura.Starting with Oxford (possibly Upper Callovien) began a period of regression as the sea gradually drew back to the southern part of the basin. This produced sediments of alternating facies the Lusitanien in a broad sense.

In this paper the limnie-brackish portions of these rocks were partly newly subdivided on the basis of their microfauna.

The samples have been taken from 4 localities during prospection for vertebrate-fossils. Furthermore samples from a boring which took place in 1971 on the property of the Guimarota Mine have been analysed.

2. Chitinozoaires, Ostracodes et Trilobites de l’ Ordovicien du Portugal (Serra do Buçaco) et du Massif Armoricain: Essai de Comparaison et Signification Paléogéographique
J. L. Henry ; J. Nion ; F. Paris ; Décio Thadeu (42 páginas)
resumo: Après une brève énumération des formations ordoviciennes de la serra de Buçaco et de la presqu`île de Crozon (synclinorium médian armoricain), un essai de comparaison est tenté entre ces deux régions actuellement distantes de près de 1000 km et situées à des latitudes différentes. La líthologie, la faune des Formations de Postolonnec et de Cacemes, le microplaneton d`un bane oolithique qui les surmonte, interviennent seuls dans cette comparaison. Uidentité des Trílobites, Ostracodes, Acritarches et Chitinozoaires, au moins à certains niveaux stratigraphiques, confirme l’existence d’une aire paléogéographique englobant l`actuel Buçaco et le synclinorium médian au cours de l`Ordovicien et probablement durant tout le Paléozolque inférieur.
3. Crise Sísmica do Pico (Açores), Novembro de 1973
F. Machado ; M. V. Trepa ; C. Férin ; J. C. Nunes (16 páginas)
resumo: Uma crise sísmica moderadamente intensa atingiu as ilhas do Pico e do Faial (e por vezes algumas outras) a partir de Outubro de 1973, A crise enquadra-se razoavelmente no ritmo habitual dos sismos dos Açores (incluindo o efeito secundário das componentes de longo período da maré terrestre). 0 abalo mais forte sentiu-se a 23 de Novembro e tem uma distribuição irregular das intensidades. O cálculo das anomalias mostra uma faixa descontínua positiva ao longo duma provável falha transformante que atravessa as duas ilhas, havendo também uma área de anomalias negativas que deve corresponder à «sombra» da câmara magmática do vulcão do Pico.
4. Description de Quelques Nautilidés du Lias Portugais
H. Tintant ; S. Courbouleix (18 páginas)

resumo: A l`occasion de l`étude géologique de la région de Mealhada au nord de Coimbra, réalisée par l`un des auteurs de cette note (S. G), plusieurs Nautiles appartenant à des espèces nouvelles ou peu connues du genre Cenoceras ont été récoltés. Une de ces formes avait déjà été remarquée par P. CHOFFAT qui avait créé pour elle une espèce nouvelle, demeurée manuscrite dans les collections du Service Géologique du Portugal. Il nous a semblé souhaitable de décrire ces diverses formes, sans attendre la monographie complète des Nautiles jurassiques du Portugal, entreprise par l`un d’entre nous (H. T.), mais dont la réalisation définitive exigera encore un certain délai.Tous les exemplaires décrits ici sont déposés dans les collections du Servíce Géologique du Portugal.

5. Étude Anthropologique des Restes Humains Trouvés dans la Sépulture de Roça do Casal do Meio (Calhariz)
G. Gallay (20 páginas)
resumo: Il s’agit des restes de deux individus recueillis au cours des fouilles et qui seront traités suecessivement dans l`ordre des sépultures.
6. Foraminíferos da Plataforma Continental e Parte Superior da Vertente Portuguesa, entre os Cabos Raso e Espichel
José Esteves de Matos (30 páginas)

resumo: Foram estudados os Foraminíferos de 72 amostras da plataforma e vertente continentais, entre os Cabos Raso e Espichel abrangendo profundidades entre os 17 e 1042 m.Identificámos 75 espécies bentónicas e 13 planctónicas. As populações estudadas indicam «águas temperadas».

A fauna planctónica que identificámos concorda mais com a do Mediterrâneo W do que com a faixa de latitudes médias do Atlântico.

É de admitir, pelo estudo dos Foraminíferos, a existência de uma contribuição marinha importante junto à costa de N para S, facto que parece concordar com a análise granulométrica dos sedimentos.

7. Le Cénomano-Turonien de l’ Embouchure du Rio Mondego (Beira Litoral, Portugal)
Pierre Yves Berthou ; J. Lauverjat (40 páginas)
resumo: Les auteurs ont repris, à l’aide des microfaciès, l’étude du Cénomanien et du Turonien entre Figueira da Foz et Lares. Les nouvelles coupures stratigraphiques qu’ils proposent tiennent compte de la microfaune rencontrée et de la faune récoltée par P. CHOFFAT et redéterniinée. Une comparaison est faite avee d’autres régions, en particuIier le Sud-Est de la France et la région du Mans. Elle conduit à placer le Turonien inférieur et la base du Turonien moyen de CHOFFAT dans le Cénomanien supérieur. Le Turonien supérieur est supprimé. Les auteurs proposent enfin la création, au sommet du Cénomaníen supérieur, d’une zone à Vascoceras gamai et mundae, équivalente de la zone 6 à Calycoceras crassum du S.E. de la France. Les autres Vascocératidés restent placés dans le Turonien inférieur.
8. Le Crétacé Inférieur de l’ Algarve Occidental (Portugal)
Miguel M. Ramalho ; Jacques Rey (28 páginas)
resumo: Les terrains secondaires occupent au S du Portugal, dans la province de l’Algarve, une bande côtière large de 3 à 20 km, depuis le cap de São Vicente, à l’W, jusqu’au rio Guadiana, à l’E. Les conditions d’affleurement sont souvent mauvaises car, à l’intérieur des terres, des placages tertiaíres et quaternaires recouvrent le substratum mésozoique; en outre, les côtes basses de l’Algarve central et oriental sont peu propices à l`observation. Les formations secondaires sont, au contraire, partículièrement bien découvertes dans les falaises atlantiques de l’Algarve occidental, entre Sagres et Lagos. Nous réserverons done cette première étude au Crétacé inférieur de l’Algarve occidental, et publierons ultérieurement les travaux engagés plus à l`E …
9. Le Monument à Coupole de l’ Âge du Bronze Final de la Roça do Casal do Meio (Calhariz)
O. da Veiga Ferreira ; G. Zbyszewski ; A. de Castello Branco ; K. Spindler (64 páginas)

resumo: Le monument de la Roça do Casal do Meio a été découvert il y a près de 10 ans par O. DA VEIGA FERREIRA et G. ZBYSZEWSKI ou cours des levés géologiques de la feuille de Setúbal au 1/50 000.Il est situé à une trentaine de kilomètres de Lisbonne dans la partie sud de la péninsule de Setúbal, à environ 1,5 km ESE de Quinta do Calhariz et 6 km ENE de Sesimbra, dans une région plissée dont l’ensemble est désigné par Serra da Arrábida.

Il est construit sur un affleurement de calcaires et de marnes du Lusitanien, recoupé par de petits vallons d’orientation SE-NW, tributaires de la rivière de Coina. La région, peu cultivée est surtout couverte de maquis (PI. A) …

10. Lower Ordovician Crescent Casts from the «Armorican Quartzite» of North Portugal
M. Romano (8 páginas)
resumo: Descrevem-se estruturas inorgânicas, em forma de crescente, que ocorrem na parte inferior duma camada de quartzito, Quartzito armoricano, s. l. (Arenigiano) do Norte de Portugal. Estas estruturas, formadas pelo fluxo de águas pouco profundas em torno de possíveis grânulos de lama possuem uma direcção preferencial que reflecte a direcção da paleocorrente no momento da sua formação.

11. O Devónico de Portalegre
J. Correia Perdigão (26 páginas)

resumo: O afloramento devónico de Portalegre é, sem dúvida, o mais importante do País. Nele se encontram representados o Gediniano, o Coblenciano e, pelo menos, parte do Cuviniano.É pela primeira vez indicado na carta geológica de 1899, na escala 1/500 000; fazem-lhe referências, geralmente em trabalhos de generalidade, NERY DELGADO (1908), CARRÍNGTON DA COSTA (1931), TEIXEIRA (1954), MARTINS DA SILVA & CAMARINHAS (1961) e TEIXEIRA & THADEU (1967) e estudam a sua fauna NERY DELGADO (1908), PRUVOST (1914), MELLADO & THADEU (1947) e PERDIGÃO (1961, 1967, 1972).

Neste trabalho apresentamos uma carta geológica do sinclinal ordovícico-silúrico-devónico de Portalegre, e estudamos os braquiópodes devónicos, de colheitas nossas e especialmente das colheitas arquivadas nos Serviços Geológicos, procurando identificar a fauna e, baseados nas associações faunísticas mais correntes, expor os resultados estratigráficos obtidos.

12. The Stratigraphy and Structure of Ordovician and Associated Rocks Around Valongo, North Portugal
J. N. Diggens ; M. Romano (30 páginas)

resumo: As rochas do Ordovícico da região de Valongo podem-se dividir em três formações. A Formação de Santa Justa, de idade Arenigiana, é constituída por grés e silititos com uma abundante associação de pistas fósseis. A Formação de Valongo é uma sucessão espessa e monótona de argilitos clivados com graptolitos Lanvirnianos, na parte inferior, e fauna conquifera na parte superior. A Formação de Sobredo é formada por quartzitos (parte inferior) a que se sobrepõe uma espessa camada de grauvaques (parte superior). Embora, nesta formação, não tenham sido encontrados fósseis, deve tratar-se de formações de idade Caradociana.Na região de Valongo do dobramento flexural ante-ordovícico e erosão dos xistos das Beiras resultou uma discordância angular na base da formação de Santa Justa.

Os movimentos Hercínicos deformaram as rochas paleozóicas dando origem a um anticlinal assimétrico mergulhante para norte, com zonas de cisalhamento complexas associadas.


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