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Tomo LX (1976)

Tomo LX (1976)


Tomo LX (1976)Categoria: Publicações, Comunicações Geológicas, 1970 a 1979

15.90

O preço inclui IVA à taxa legal em vigor.

Descrição

Artigos

1. Alguns Aspectos Geológico-petrográficos da Bordadura Sul do Complexo Eruptivo de Beja
J. A. Batista ; José M. U. Munhá ; V. Oliveira ; L. Ribeiro (12 páginas)
resumo: Os autores apresentam a cartografia de parte da bordadura-sul do Complexo Eruptivo de Beja (sector de Mombeja), pondo em evidência a ocorrência de rochas ultrabásicas e de vulcanismo nesta região.
2. Aportaciones al Conocimiento Geologico del SO de España
F. Fernandez Pompa ; F. Vazquez Gusman (20 páginas)

resumo: Dans ce travail ou considère des différents problèmes stratigraphiques, tieotoniques, pétrologiques et métalogeniques du secteur occidental esqpagnol de la zone d’Ossa Morena méridionale.Du point de vue stratigraphique on remarque Fabsence de la formation quartzofeldespatique (comprise dans les séries de transítion) du flane méridionale de Faxe Olivenza-Monesterio-El Pedroso. La formation carbonatée est contínue, avec quelques irregularités litologiques, qui sont abtribué à des différentes moyens sédimentaires. D’ailleurs la correlation litologique des aires ou se placent les gites de magnetite et pyrite se fait aux alentours de Faxe Aroche-Aracena-Almadén de la Plata à travers des séries lito-metalogeniques convergentes.

Au point de vue structurel on remarque la présence d’une tectonique tangentiel précoce qui donne Iieu à chevauchements vers le Sud, três importants vis à vis des gisements. Une série des materiaux subvolcaniques de composition acide à intermediaire se place à Alconchel.

Les gotes de magnetite le plus importants se developpent dans les exocontacts entre les roches carbonatées cambriennes et les granitoides postectoniques.

3. Considerações Sobre o Vulcanismo da Região de Cercal-Odemira. Suas Relações com a Faixa Piritosa
Delfim de Carvalho (24 páginas)

resumo: A região de Cercal-Odemira, constitui o alinhamento mais meridional de rochas ígneas aflorantes do Paleozóico do Sudoeste Peninsular. A cartografia geológica detalhada permitiu definir uma sequência litoestratigrá-fica facilmente correlacionável com as conhecidas na Faixa Piritosa.A análise da distribuição do vulcanismo no espaço e no tempo leva à conclusão de que teria havido, na chamada Zona Sul Portuguesa, uma migração da frente vulcânica de sul para norte, com início no Devõnico superior até ao Viscano superior. Para o autor, esta migração não deve ser atribuída ao acaso mas relacionada com a evolução duma zona de subducção.

Neste trabalho, destaca-se ainda a importância das alterações hidrotermais como guias da prospecção, quer dos jazigos sulfuretos de Cu-Pb-Zn, quer de pirites, em terrenos vulcânicos, e apresenta-se um mapa com diversos tipos e graus de alteração, tendo-se definido várias zonas anómalas. Numa delas verificou-se coincidência com anomalias geoquímicas e gravimétrica, pelo que foi sondada. A primeira sondagem revelou várias passagens de safrão em tufos, alguns dos quais com apreciáveis teores de Cu. Este resultado, só por si é suficiente para provar que o vulcanismo aqui foi também produtivo, devendo, por isso, considerar-se a região de Cercal-Odemira como parte integrante da Faixa Píritosa Ibérica.

4. Contribuição para o Conhecimento da Bibliografia Geológico-mineira da Província Piritosa do Sudoeste da Península Ibérica e dos seus Jazigos
Maria de Fátima Beato ; F. Gonçalves (22 páginas)

resumo: O maciço de Fronteira (Alto Alentejo, Portugal) é constituído por granitos monzoniticos, biotíticos. Olircunscrito, postectónico e intrusivo nos xistos do Câmbrico e Silúrico, neles originou orla de metamorfismo de contacto.Apresenta-se o estudo geológico e petroquímico do maciço, e compara-se com os de Santa Eulália e Ervedal, pondo em evidéncia características comuns. Estabelece-se correlação com outros maciços hercínicos da mesma Zona do Maciço Hespérico.

5. Contribuição para o Conhecimento Petrográfico do Maciço Granitico de Fronteira e Comparação com os de Ervedal e Santa Eulália (Nordeste Alentejano)
T. Palácios (61 páginas)
6. El Contacto Entre las Zonas Surportuguesa y Ossa-Morena en el SW de España. Una Nueva Interpretación
Ramon Vegas ; Mercedes Muñoz (22 páginas)
resumo: Dentro del modelo global del cinturón hercinico de plegamiento el borde de la zona externa Surportuguesa corresponde a un limite de margen continental en relación con un área oceánica (extensiva del Tethys?) situada entre la zona de plegamiento hercínico de la Meseta Marroqui y el Macizo Hesperico. Este margen representa una evolución de un sistema fosa-arco-isla-continente a partir del Devónico medio-superior relacionandose las características petrológeas, estratigrãficas y estructurales en un modelo coherente. Como implicación de este modelo resulta la modificación de los puntos de vista sobre la continuidad ibero-armoricana, la relación con el N de Africa y las relaciones del Paleozoico incluído en las areas béticas y alpinas así como la genesis de las grandes fracturas transversales del SW de la Peninsula Ibérica.
7. El Ordovícico y Silúrico del Sinclinal de Guadarranque-Gualija (Prov. de Cáceres, España)
M. D. Gil Cid ; M. Gutierrez Elorza ; C. Romariz ; R. Vegas (14 páginas)
resumo: A litho and biostratigraphic log is determinated of the Ordovician and Siluriam in the Navatrasierra (Cáceres) region by the Trilobite and Graptolite faunas.
8. El Zonado de los Granates como Indicator de las Variaciones de P y T de sus Rocas-uesped
J. Lopez Ruiz (18 páginas)

resumo: En este trabajo se estudian los diferentes tipos de zonado que presentan los granates de rocas metamórficas e ígneas y se intenta establecer una relación entre la zonación de los granates y las condiciones de presión y temperatura a las que han estado sometida sus rocas-huesped durante y después de la cristalización de estos minerales.De acuerdo con los datos expuestos puede admitirse que las rocas cuyos granates presentan zonado normal (es decir, con progresivo empobrecimiento en Mn desde el centro al borde del cristal) no han estado sometidas a nuevas condicionos termodinámicas después de la cristalizacián de estos minerados. Por el contrario, la existencia de granates con bordes enriquecidos en Mn y zonado inverso (es decir, con progresivo enriquecimiento en Mn desde el centro al borde del cristal) indica que sus rocas-huesped han estado sometidas a nuevas condiciones de P y/o T, después de la cristalización de estos minerales.

Si el intervalo de tiempo en el que han reinado estas nuevas condciones termodinámicas ha sido relativamente corto, los granates presentarán bordes enriquecidos en Mn, mientras que si estas nuevas condiciones se han mantenido durante un cierto tiempo, y las temperaturas existentes eran suficientemente altas para que tuviera lugar difusión interna, los granates presentarán zonado inverso.

9. Faunes Famenniennes de Certains Horizons Calcaires dans la Formation Quartzitophylladique aux Environs de Mértola (Portugal Méridional)
D. Fantinet ; R. Dreesen ; M. Dusar ; G. Termier (18 páginas)
resumo: Dans un nouveau gisement de calcalres inclus dans la formation quartzitophylladique aux environs de Mértola, une faune de Clyménies associées à des Conodontes a été découverte. La concordance des ages donnés par les deux groupes de fossiles est excellente, les Clyménies (Platyclymenia richteri, Cyrtoclymenia sp.) indiquent la zone IV ? du Dévonien suprieur et les Conodontes les zones velifer (à Scaphignathus velifer) et styriacus (à Polygnathus styriacus).
10. IIIª Reunião de Geologia do Sudoeste do Maciço Hespérico da Península Ibérica, Huelva-Beja, 1975. Faixa Piritosa Ibérica. Livro-guia das excursões Geológicas na Faixa Piritosa Ibérica (24-27 de Junho de 1975)
D. Carvalho ; L. E. Nabais Conde ; J. Hernandez Enrile ; V. Oliveira ; L. J. G. S. Schermif-Rhorn ; E. Garcia Palomero ; E. Lopera Caballero ; Madel ; E. Martin (46 páginas)
11. IIIª Reunião Sobre Geologia do SW da Península Ibérica, 1975
Carlos Teixeira (10 páginas)
12. L’ Évolution Tectonometamorphique de l’ Axe Badajoz-Cordoba: Un Exemple de Réactivation Dynamique d’ un Socle Ancien
P. H. Laurent ; Y. Bladier (2 páginas)
13. La Zone Mylonitique de Badajoz-Cordova. Raccords Avec la Zone Portalegre-Coimbra
Y. Bladier ; P. H. Laurent (2 páginas)

resumo: Entre Badajoz et Azuaga, affleurent des roches cataclas-tiques (BARD et al., 1973; BLADIER & LAURENT, 1974).Dans ces zones, la déformation contemporaine du méta-morphisme syn-phase Il hercynien, se traduit par un allonge-ment de la matière suivant une direction horizontale contenue dans le plan de foliation.

Cette deformation et ce métamorphisme sont générateurs d’une schistosité subverticale et de plis á axes verficaux, tous a fait compatibles avec le jeu senestre d’un décrochement profond symmétamorphique.

Entre Portalegre et Elvas, on retrouve le méme type de roches et on peut les integrer au même modéle de déformation. Plus au NW jusqu’à Porto la direction de cet accident change et on passe à un chevauchement.

On montre que l’on peut expliquer par un méme modéle l’évolution. en décrochement senestre de la zone Badajoz-Cordoue et son passage entre Portalegre et Porto à une zone de chevauchement.

14. Le Volcano-sédimentaire de la Région d’ Alcoutim (Baixo Alentejo-Portugal)
X. Leca (12 páginas)

resumo: Sur la rive occidentale du Guadiana, près d’Alcoutin, (Baixo-Alentejo, Portugal), se trouvent des affleurements de terrains volcano-sédimentaires au milleu de sédiments apipartenant au Culm.Une nouvelle cartographie a permis d’établir une litjostratigrafie composée d’éléments, comparables à cetix définis par M. VAN DEN BOOGAARD (1967) à Pomarão (allant du Gulm de la Forination de Lobo vers le haut, au Second Membre de la Formation du Touril vers le bas).

La tectoffiquede la région d’Alcoutim est marquée par des Plis-failles chevauchant vers le Sud, déformant un anticlinorium de Volcano-Sédimentaire.

Les brèches tectoniques des plans de chevauchemient remanient la minéralisation maganésifère à partir de nodules et lentilles sédimentaires. L’antimoine est aussi lié à une brèche tectonique de chevaucheinent se situant dans le Culm.

15. Les Structures Hercyiennes dans la Région de Fregenal-Oliva de la Frontera (Badajoz, Espagne). Un Exemple de Tectoniques Tangentielles Superposées
Alain Vauchez (6 páginas)
resumo: Chevauchées par le flane S. W. de l’anticlinorium de Burguillos-Monesterio, la région de Fregenal-Oliva de la Frontera est principalement caractérisée par une tectonique tangeantielle polyphasée, à l’origine de recouvrements anormaux décakilométriques. Elle se présente done comme une zone structurale bien particulière du segment hercynien sud-Ibérique.
16. Los Diques Aplíticos de Almorox-Navamarcuende (Sistema Central Español) en Relación con los «Decrochements» Dextrales Tardihercínicos
A. G. Ubanell (16 páginas)

resumo: Descrevem-se e estudam-se uns diques aplíticos de direcção este-oeste situados na parte sul do Sistema Central Espanhol, entre os rios Tiétar e Alberche.A cartografia da região demonstra a existência de desligamentos dextrógiros tardihercínicos, de direcção Noroeste-Sudoeste, anteriores aos desligamentos sinistrógiros que ocorrem de acordo com esta mesma direcção.

Por conseguinte, põe-se de manifesto a presença de duas fases para os movimentos destes grandes acidentes tardihercínicos.

Finalmente a génese dos diques está relacionada com intrusão plutónica postcinemática.

17. Metalogenia de la Mina Concepción (Almonaster la Real, Huelva, España). Su Aplicación a la Prospección de Sulfuros Masivos en el SO de la Península Ibérica
F. Vasquez Guzman (14 páginas)

resumo: Se estudia la mineralogia de mina Concepcion, en la que se pone de manifesto la existencia de magnetita y hematites de origen exhalativo-sedimentario, singenéticas con la mineralizacion de sulfuros.La presencia de estos oxidos de hierro, constatada por el autor en otras minas de la region como San Miguel, Cueva de la Mora, Lomero-Poyatos, etc. permite concluir la regionalidad de los mismos y la posibilidad de aplicar el metodo magnético en la investigacion de sulfuros del SO. de la Peninsula Ibérica, junto con los tradicionales métodos eléctricas y gravimétricos.

18. Nota Preliminar Sobre o Metamorfismo na Faixa Piritosa Portuguesa
José M. U. Munhá (12 páginas)

resumo: Recent investigations have shown that very low-grade Hercynian metamorphism has an important regional extent in the Portuguese part of the Iberian Pyrite Belt eugeosynclinal sequence.Prehnite-pumpellyite facies, Pumpellyite-actinolite facies and greens-chist facies assemblages have been identified in mafic and intermediate metavolcanic rocks of lower Carboniferous age. The formation of prehnite and pumpellyite was contemporaneous with or postdates, at least in some places, the main phase of folding.

Further work now under way will be necessary in order to define adequately the metamorphic zonation and the metamorphic type in terms of P, T, and ?CO2 / ?H2O gradients.

19. Sur la Géologie du Massif de Beja: Observations sur la Transversale d’ Odivelas
A. A. Soares de Andrade ; A. F. Ferreira Pinto ; L. E. Nabais Conde (24 páginas)

resumo: Situado na bordadura sudoeste da zona de Ossa-Morena (LOTZE, 1945), o Maciço de Beja é fundamentalmente um complexo eruptivo hercínico que separa parcialmente uma crista eugeanticlinal a norte de uma bacia eugeossinclinal a sul (no sentido de J. AUBOUIN, 1965). Uma descrição geológica, petrográfica e geoquímica da transversal Odivelas-Alvito permite o estabelecimento de uma sequência litostratigráfica padrão, bem como a definição de um nível cronostratigráfico no interior do Maciço de Beja.No estado actual dos conhecimentos, o significado geotectónico do Maciço de Beja é talvez mais facilmente apreensível à luz da Teoria Geossinclinal do que à da Tectónica de Placas.

20. Vegetais do Carbónico de Vale de Corvos (Portimão)
Carlos Teixeira ; João Pais (8 páginas)

resumo: Les auteurs signalent la découverte d’un nouveau gisement de végé-taux fossiles dans la série de schistes et grauwackes du Carbornifère marin de Vale de Corvos (Portimão). Il s’agit de végétaux flottés parmi lesquelles a été possible déterminer: Calamites (Crucicalamites) cf. cruciatus STERNBERG, Lepidodendron cf. obovatum STERNBERG, Sigillaria (Eusigillaria) cf. tesselata BRONGNIART et Syringodendron sp. Ces végétaux ne sont pas três bien conservés mais ils indiquent que le transport a été rapide et court; en effet ils ne montre pas de traces de forte macération.L’ensemble de cette flore suggère un âge westphalien, ce qui est en accord avec les données fournies par la faune de goniatites connue dans la région.


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