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Tomo XLV (1961)

Tomo XLV (1961)


Tomo XLV (1961)Categoria: Publicações, Comunicações Geológicas, 1960 a 1969

15.90

O preço inclui IVA à taxa legal em vigor.

Descrição

Artigos

1. A Erupção do Pico do Sapateiro e a Fonte do Século XVI da Ribeira Seca (Ilha de S. Miguel, Açores).
G. Zbyszewski ; O. da Veiga Ferreira (10 páginas)
resumo: Em 1958, a Junta Geral do Distrito Autónomo de Ponta Delgada mandou desenterrar uma fonte do século XVI, existente na Ribeira Seca da Ribeira Grande, que tinha sido coberta, em 1563, pelas lavas do Pico do Sapateiro.
2. Afloramento de Calcário Miocénico da Ilha de Santa Maria (Açores).
O. da Veiga Ferreira (16 páginas)
resumo: Aproveitando a ida da Missão geológica às Ilhas de S. Miguel e Faial, em Agosto de 1958, foi sugerido pelo Ex.mo Sr. Engenheiro Inspector Superior António Sobral Mendes de Magalhães Ramalho, então Subsecretário do Comércio e Indústria, o interesse de se proceder, na Ilha de Santa Maria, a um reconhecimento rápido das condições de exploração dos miocénicos, particularmente com o objectivo de serem aproveitadas para a rectificação dos terrenos ácidos dessa e ilhas do arquipélago.Em virtude dessa sugestão deslocámo-nos a Santa Maria e procedemos a um breve reconhecimento dos calcários. Refere-se o presente relatório às observações ali feitas.
3. Ammonites Nouvelles du Callovien Supérieur du Portugal – Description des Espèces.
Henri Tintant (14 páginas)
4. Ammonites Nouvelles du Callovien Supérieur du Portugal – Introduction Stratigraphique.
C. H. Ruget Perrot ; Fernando Moitinho de Almeida (6 páginas)
resumo: Le Callovien supérieur (zone à Peltoceras athleta) à faciès ammonitique, n’est connu au Portugal, au Nord du Tage, qu’à Pedrógão, au plateau de Cesareda et au Montejunto. Partout ailleurs les ammonites disparaissent et font place à des couches marines à caractère littoral de plus en plus accusé, (niveaux à oursins, à polypiers, nérinées, huitres).
5. Contribuição para a Geohidrologia da Bacia de Rio Maior.
G. Zbyszewski (20 páginas)
resumo: Tendo sido chamados para dar a opinião sobre as condições hidrológicas nas imediações de Rio Maior, tivemos possibilidade de realizar ali algumas observações.
6. Contribuição para o Estudo dos Ofiolitos do Baixo Alentejo-Espilitos da Região de Castro Verde-Messejana.
António Carvalhosa (19 páginas)
resumo: Sob a designação de ofiolito englobamos as rochas de cor verde, quer intrusivas básicas relacionadas com a fase de eugeosinclinal, quer ainda os «xistos verdes» resultantes do epimetamorfismo das primeiras. Desde há muito tempo se distinguem três grupos diferentes: doleritos espilíticos (incluindo os variolitos), gabros e peridotitos [G. STEINMANN,1927] O termo está hoje bastante generalizado e é utilizado no mesmo sentido de «rochas verdes» («greenstone», «pietre verti», «Grungesteine», etc.).Estas rochas estão largamente distribuídas no Baixo Alentejo. Não é nossos intuito (e não está no âmbito desta nota) dar qualquer contributo para o tão discutido problema da origem da evolução espilitica. O escasso material de que dispomos e o facto de grande parte das amostras estudadas não se encontrarem em bom estado de conservação, inibem-nos de abordar este assunto do ponto de vista genético. Faremos, apenas, uma breve descrição da observação microscópica de algumas rochas espilíticas da mancha que abrange Castro Verde, Conceição e Messejana e, ainda, uma tentativa para situá-las no tempo.
7. Equinídeos do Miocénico de Portugal Continental e Ilhas Adjacentes.
O. da Veiga Ferreira (34 páginas)
resumo: O presente trabalho de revisão inclui o estudo dos equinídeos existentes nas colecções do Museu dos Serviços Geológicos de Portugal (S.G.P.), e do Instituto Superior Técnico (I.S.T.). Além destes equinídeos também foram estudados os provenientes de colheitas nossas.
8. Estudo Petrográfico da Ilha de S. Miguel (Açores).
C. F. Torre de Assunção (94 páginas)
resumo: O levantamento geológico da ilha de S. Miguel, efectuado pelos Serviços Geológicos de Portugal, a partir de 1951, permitiu a publicação do Mapa Geológico, na escala de 1:50.000, compreendendo duas folhas A e B, respeitantes respectivamente às regiões oeste e leste daquela ilha. Essas duas folhas acompanhadas por «Noticias explicativas» onde se descreveram os grandes traços morfológicos, e petrográficos.
9. Étude Géologique de l’ Île de S. Miguel (Açores).
G. Zbyszewski (80 páginas)
resumo: La presente etude est le résultat des au 1:50000ème de l’ile de S. Miguel, éxécutés par le personnel de la «Mission Géologique des Açores».Commencés en 1951 par les Géologues, Ingr. F. Moitinho de Almeida, Drs. G. Zbyszewski et A. Cândido de Medeiros, par O. Da Veiga Ferreira et par les collecteurs J. de Oliveira et L. Rodrigues, ces levers ont été terminés en 1958.
10. Fauna Graptolítica Gigante, Tipicamente Mediterrânica, em Portugal.
Jacinto Correia Perdigão (8 páginas)
11. Fauna Ictyológica do Cretácico de Portugal.
O. da Veiga Ferreira (27 páginas)
resumo: (…) A descoberta duma rica jazida de peixes no Turoniano médio de Laveiras (Caxias), levada a efeito pelo Prof. E. FLEURY e preparador J. PINTASSILGO, do Instituto Superior Técnico, animou-nos a novas pesquisas nesta e noutras localidades do Cretácico.A revisão agora efectuada foi feita sobre as colheitas antigas, conservadas nos Serviços Geológicos; ao mesmo tempo fizemos o estudo dos exemplares existentes no Instituto Superior Técnico, e dos colhidos modernamente pelo pessoal dos Serviços Geológicos.
12. Gruta da Cova da Moura (Torres Vedras).
Ricardo Belo ; Leonel Trindade ; O. da Veiga Ferreira (27 páginas)
13. Jazida de Sal-gema de Fonte da Bica (Rio Maior).
G. Zbyszewski (13 páginas)
resumo: A área tifónica de Fonte da Bica está localizada na passagem de importantes acidentes tectónicos de orientação NNE-SSW, os quais se estendem entre Porto de Mós e Freiria de Rio Maior, ao longo da vertente E da Serra dos Candeeiros.
14. La Faune Marine des Basses Plages Quaternaires de Praia et de Prainha dans l’ Île de Santa Maria (Açores).
O. da Veiga Ferreira ; G. Zbyszewski (10 páginas)
resumo: Au cours d’une mission réalisée en octobre 1959, nous avons la possibilité d’étudier sur la côte sud de l’ile de Santa Maria, les restes d’un dépôt marin quaternaire, extrêmement fossilifère, situé vers la base des falaises maritimes de Praia et de Prainha à 2-3m d’altitude.
15. La Géologie des Ílots de Formigas au NE de l’ Île de Santa Maria.
G. Zbyszewski ; C. Torre de Assunção ; O. da Veiga Ferreira (10 páginas)
16. Monumentos Megalíticos.
Vera Leisner ; O. da Veiga Ferreira (54 páginas)
17. Nereites do Baixo Alentejo.
Jacinto Correia Perdigão (26 páginas)
18. Notas Biográficas de Carlos Ribeiro.
A. Ribeiro Ferreira (4 páginas)
19. Note Préliminaire sur les Niveaux du Paléolithique Supérieur de la Grotte de Salemas (Ponte de Lousa).
G. Zbyszewski ; Jean Roche ; J. Camarate França ; O. da Veiga Ferreira (10 páginas)
resumo: La grotte de Salemas est creusée dans une corniche da calcaires turoniens grumeleux qui domine le flanc occidental de la vallée de la riviere de Loures, entre les agglomérations de Lousa et de Ponte de Lousa.Ces calcaires sont exploités dans une vaste carrière située li proximité de la grotte. On y observe un beau lapiaz dont les crevasses ont livré une faune de vertébrés quaternaires associée à une industrie moustéroide. Cette découverte a fait l’objet d’une communication orale présentée en 1959 à l`Association des Archéologues portugais.

(…)

Les fouilles reprirent en Novembre 1959. Seuls les 11 premiers mètres furent fouillés. Cette note a l’intention de rapporter les observations particulièrement intéressantes qui furent faites.

20. Nova Espécie de Callianassa no Miocénio da Bacia do Tejo.
O. da Veiga Ferreira (4 páginas)

resumo: Ao estudarmos os Malacostráceos do Miocénico marinho de Portugal metropolitano [1964] assinalámos, pela primeira vez, a presença de algumas formas de Callianassa no Miocénico de Lisboa.Já depois da publicação do referido trabalho, e no decurso de colheitas pessoais, verificámos a existência no Miocénico da Bacia do Tejo de formas que se aproximam de C. matsoni RATHBUN e de C. floridana RATHBUN e, ainda, uma segunda nova espécie.

21. O Monumento Megalítico do Monte das Pereiras.
António Simões Correia Serralheiro ; Ruy Freire de Andrade (14 páginas)
resumo: Ao prosseguir o levantamento geológico dos afloramentos eruptivos do Baixo Alentejo, um dos signatários encontrou na herdade do Monte das Pereiras o monumento megalítico que é objecto do presente estudo. Foram tomadas disposições para realizar a sua exploração metódica, que foi levada a efeito pelos signatários, com todo o cuidado e pormenor.
22. O Monumento Pré-histórico da Bela Vista (Colares).
Olga Álvares Pereira de Mello ; Vasco Fortuna ; J. Camarate França ; O. da Veiga Ferreira ; Jean Roche (20 páginas)

resumo: (…) procedeu-se à abertura de uma vala de reconhecimento dentro do monumento. Da abertura dessa vala, resultou o aparecimento de diversas peças que esclareceram tratar-se de um monumento funerário, se não construído, pelo menos utilizado pelos homens da cultura do vaso campaniforme.Estabelecidos desde logo um plano de escavações, estas, porém, só puderam ser efectuadas em fins de 1959. Dos elementos colhidos, é dada notícia na presente nota.

23. O Monumento Pré-histórico do Monte-Velho (Ourique).
Abel Viana ; R. Freire de Andrade ; O. da Veiga Ferreira (20 páginas)
resumo: A exploração deste monumento foi feita na mesma ocasião em que escavámos as cistas megalíticas do serro das Antas, e do Brejo, e registámos a existência de outros monumentos idênticos a estes, nesta mesma zona de Ourique e imediações.Aquele de que vamos agora tratar detidamente é um dos quatro por nós identificados na Herdade do Monte Velho, da Aldeia dos Palheiros, daquele concelho.
24. Pectinideos do Miocénico da Bacia do Tejo.
O. da Veiga Ferreira (47 páginas)
resumo: Na continuação da revisão dos Pectinideos do Miocénico Portugal, apresentamos agora o estudo dos da Bacia do Tejo. As jazidas donde provém os exemplares estudados podem dividir-se em:
  • Jazidas da margem direita do Tejo, desde o Estoril a Vila Franca de Xira.
  • da Jazidas Outra Banda (margem esquerda), entre Almada e Trafaria.
  • Falésias da Costa da Caparica e falésias do sinclinal Albufeira-Adiça.
25. Sagaie à Base Pointue Trouvée dans le Niveau Périgordien de la Grotte de Salemas.
Jean Roche ; O. da Veiga Ferreira ; J. Camarate França (3 páginas)
26. Sur l’ Existence Probable d’ un Niveau Solutréen dans les Couches de la Grotte de Casa da Moura (Cesareda).
J. Camarate França ; Jean Roche ; O. da Veiga Ferreira (6 páginas)
27. Une Faune de Mammifères Lusitaniens (Rapport Provisoire).
Walter G. Kuhne (10 páginas)
resumo: Depuis la publication par de LAPPARENT et ZBYSZEWSKI «Les Dinosauriens du Portugal» [1957], on sait que le Lusitanien est un facies du Jurassique supérieur parfois continental et riche en vertébrés. Cette publication montre qu`il existe beaucoup d’affleurements avec restes de vertébrés. If faut donc chercher les petits vertébrés dans les mêmes régions où l’on a trouvé les grands. La formation de Morrison dans le Wyoming est l’exemple classique, ou les grands vertébrés se présentent à côté des petits, dans le même terrain.

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