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Vol. III, Fasc. 1/2 (1947)

Vol. III, Fasc. 1/2 (1947)


Vol. III, Fasc. 1/2 (1947)Categoria: Publicações, Estudos, Notas e Trabalhos, 1940 a 1949

15.90

O preço inclui IVA à taxa legal em vigor.

Descrição

Artigos

1. Engenheiro António Bernardo Ferreira.

2. Estudo Sobre a Génese do Jazigo de Ferro de Montemor-o-Novo.
João Martins da Silva
Resumo: The Montemor-o-Novo iron ores are included in Archean series cuted by outcrops of eruptiv rocks. It occurs in crystalline limestones or at the contact of these ones with metamorphic shists. The ore-bodies are lenticular masses of magnetite with pyrite that follow the stratification of rocks favorable for deposition. The prevailing rocks at surface are: metamorphic shists, leptinites, crystalline limestones and amphibolites.The microscope study of these rocks shows the following minerals: feldspars, pyroxene, amphibole, tourmaline, apatite, sphene, garnet, moscovite, biotite, magnetite, pyrrhotite, etc., that explain the pyrometasomatic, pneumatolytic and dynamometamorphic actions. The ore is in genetic connection with tonalites and it is formed at high temperature by emanations issuing from the intrusive; the ore minerals are later than the gangue silicates and the igneous rock shows sericitization.
The above mencionated features permit to includ this iron ore in Pyrometasomatic deposits of Lindgren’s Classification.

3. Geologia e Génese dos Jazigos Portugueses de Cromite.
J. M. Cotelo Neiva
Resumo: The chromite deposits occur in Portugal in the district of Bragança, principally in the region of Bragança-Vinhais. I have considered the following types of chromite deposits:

    a) of dissemination (peridotites and serpentines containing chromite);
    b) of banded structure (for instance: Pingarela, Cabeço de Medeiros, Cabeço das Beatas and Mina da Ladeira), in which, in the chromitic zones, there are sometimes small lenticular concentrations;
    c) stratiform (I have not found any similar to that of Bushveld);
    d) dispersed sackforms (for instance Campos);
    e) lined sackforms (for instance Abessedo and Terence);
    f) fissure vein (I have found none);
    g) eluvial deposits (for instance Campos and Cabeço do Rebolo, in which the chromitic elluvial-alluvial deposit is half a meter thick);
    h) alluvial deposits (they are rare in region of Bragança-Vinhais).

The chromite ore is the one I classified petrographically as a chromatite. Chromite is associated to olivine or to serpentinous minerals from the alteration of this one. The chromitites from Abessedo are those which show a greater percentage of Cr2O3, succeding in a decreasing order those of Compaços, Serralhão, Ladeira da Cobreira, Terence, Fontaelas and Valongo; those of Cortelhos, Rebolo, Pedrosa and Cabeço das Beatas show a lesser percentage.
The mineral law is comprised between 20,5% and 48% of Cr2O3.
(…) Resumo Parcial

4. Os Métodos Empregados nos Levantamentos Magnéticos Realizados em Portugal pela Firma Sueca “Aktiegolaget Elektrisk Malmletning of Stockolm”.
Vitorino R. Correia
Resumo: Nos levantamentos magnéticos que se realizaram em Portugal apenas foram observados os locais de concentração de minerais fortemente magnéticos. Por tal motivo, os aparelhos utilizados tinham baixa sensibilidade e a localização das estações de medida foi executada por processos topográficos rudimentares.A honradez nos resultados das medidas magnéticas é necessidade imperiosa; da posição das estações de medida interessam-nos, sobretudo, as suas distâncias relativas. De facto, as características ferro-magnéticas das concentrações de minerais a pôr em evidência, a incerteza das hipóteses atribuídas ao magnetismo dessas concentrações, a pouca precisão dos métodos de interpretação e, sobretudo, o factor económico, justificam o processo ou processos aconselhados pelos especialistas suecos.

5. Plano de Reconhecimento da Mina de Ferro e Manganês da Serra do Rosalgar.
J. M. Costa Almeida ; Guilherme Mendes Pereira
Resumo: O plano de reconhecimento da mina da Serra do Rosalgar incide sobre o filão mais valioso dos dois existentes. A zona a estudar, considerada no cálculo das reservas, desenvolve-se numa extensão total de 1380 m. o filão foi outrora muito explorado por meio de cortas que hoje atingem grandes desníveis.Os trabalhos propostos têm em vista o estudo da mineralização em profundidade e situam-se, em geral, nos pontos mais ricos. A parte restante do filão A e o filão B, que ultrapassam a concessão da Serra do Rosalgar, não apresentam condições que justifiquem novas pesquisas. A tonelagem que podem fornecer não pesa sensivelmente no valor das reservas da zona do filão A acima considerada.
Esperamos que os trabalhos projectados venham definir reservas no valor aproximado de 400000 toneladas. O minério analisado dos trabalhos antigos desobstruídos apresenta-se bastante manganífero e com pequena percentagem de substâncias nocivas. Se durante a execução do plano surgir a conveniência de fazer alterações, estas serão propostas tendo sempre em vista que o fim a atingir é verificar se o jazigo se mantém em profundidade com possança apreciável e determinar as carcterísticas do minério por meio de análises de amostras médias, colhidas criteriosamente.
Depois de concluído o reconhecimento proposto, será elaborado o relatório final das minas em estudo, no qual daremos conta dos novos elementos adquiridos e nos pronunciaremos sobre o valor do jazigo.

6. Platina no Distrito de Bragança.
J. M. Cotelo Neiva
Resumo: Platinum appears in peridotites and silicotelites in the district of Bragança in the form of small idiomorphic and hypidiomorphic crystals embodied in the chromite or magnetite and more rarely in olivine, pyroxenes and amphiboles. I assume it is in the most basic rocks, of the ultrabasic’s, in the silicotelites of the district of Bragança, that Platinum appears in greater quantities.The analytic results obtained for igneous rocks with Platinum in the district of Bragança, varying from 2 to 12 gr. of Pt per ton, in which a rate of 8 gr. per ton is most predominant, may be parallel, though under reserve with those of the platiniferous deposits in South Africa, and good economical prospects may be counted with. Everything indicates from this that the study of the platiniferous rocks should be carried out further and within a careful research programme.
In metamorphic rocks in the neighbourhood of the peridotites, as in a magnetitic amphibolite, there are 2 gr. of Pt per ton. The magnetite of a chloritic schist contains 4 gr. of Pt per ton. Platinum is of magmatic kind and its genesis is connected with the peridotitic magma. It is probably associated with Iridium, making up a natural alloy, and crystallises previous to chromite and olivine.

7. Resumo da Actividade do Serviço de Fomento Mineiro Durante o Primeiro Semestre de 1947.


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