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Vol. X, Fasc. 1/2 (1955)

Vol. X, Fasc. 1/2 (1955)


Vol. X, Fasc. 1/2 (1955)Categoria: Publicações, Estudos, Notas e Trabalhos, 1950 a 1959

15.90

O preço inclui IVA à taxa legal em vigor.

Descrição

Artigos

1. A Ferraria da Foz de Alge – Período de Guilherme de Eschwege (1824-1829).
J. Silva Carvalho (10 páginas)
Resumo: Ferraria da Foz de Alge is the name given to an old factry placed some kilometers from Figueiró dos Vinhos, right on the margin of the river Alge, a tributary of river Zêzere, where, at the Portuguese government expenses, some iron has been produced from 1802 to 1834.This industry always had an imperfect and economically deficient life. In this article, the continuation of two others articles already published, the history of the period between 1824 and 1829 is given. During this period the factory was under the management of Guilherme de Eschwege, a german, who, in spite of all his good will, was proved to be impotent to work better than his antecessors. The iron thus manufactured, generaly of bad quality, had no sale, even because the country was then going through a big crisis, and a civil war was being expected at any time.
Encircled by the intrigues of his subordinates and not well considered by the politicians, Guilherme Eschwege was dismissed without having been able to manufacture, as was his wish, the grenades necessary for the absolutist army. This was to be carried out by his sucessor, Joaquim Pedro Fragoso da Motta Sequeira, whose action we will deal in other article.

2. Ensaio Siderúrgico em Forno Electrico de Cuba Baixa com Matérias-primas Portuguesas.

Luís de Castro e Solla ; J. L. Guimarães dos Santos (26 páginas)

resumo: Neste trabalho descrevem-se os ensaios realizados num forno eléctrico de cuba baixa, experimental, que a firma Elektrokemisk possui nas suas instalações de Fiskaa-Verk (Kristiansand S.), utilizando matérias primas portuguesas, com o fim de estudar o seu comportamento e os resultados que com elas se obtinham.Empregou-se um sintetizado auto-fundente com concentrados de magnetite do jazigo de Vila Cova, indicando-se como o mesmo foi conseguido. Como redutor empregou-se a mistura, em várias proporções, de antracite de S. Pedro da Cova e carvão vegetal.

3. Estudo Espectrográfico de Elementos Mínimos em Blendas Portuguesas.
A. Carlos de Brito (12 páginas)
Resumo: In this paper a spectrochemical study, qualitative as well as semi-quantitative, is made of the existing elements in 33 Portuguese sphaelerites. The following elements were found and analysed in all sphaelerites: silver, aluminium, arsenic, cadmium, copper, iron, indium, magnesium, lead and silicon. Boron, barium, beryllium, bismuth, calcium, cobalt, gallium, mercury, molybdenum, nickel, antimony, tin, titanium and vanadium were found in very diferent proportions. Germanium was found in 24 of the analysed sphaelerites with interesting percentages in some of them.On the accompanying map of Portugal and table the localities of the deposits are shown to permit the perfect identification of the sphaelerites that were analysed.

4. Estudo Espectrográfico de Elementos Mínimos em Galenas Portuguesas.
A. Carlos de Brito (13 páginas)
Resumo: In this paper a qualitative and semi-quantitative study of the various elements existing in 55 Portuguese galenas is made, by spectrochemical processes. Silver, aluminium, arsenic, calcium, copper, iron, magnesium, antimony, silicon, apart from lead and sulphur which are the main elements, were found in all the galenas. In some of them boron, bismuth, cadmium, indium, molybdenum, nickel, phosphorus, tin, titanium, zinc, barium, beryllium, cobalt and gallium were also found.On the accompanying map of Portugal and table the localities of the deposits are shown, for a perfect identification of the samples.

5. Minerais Ferro-manganésiens du Portugal.
J. M. Cotelo Neiva (10 páginas)
Resumo: Dans la comunication que j’ai présentée à la II Assemblée Générale de «l’Instituto del Hierro y del Acero», en 1951, j’ai traite se sujet des mineraux de fer portugais. j’ai aussi parlé, dans cette communication, des mineraux ferro-manganésiens, dont les gisements ont été etudiés, pour la première fois, par Quiring et plus tard par le Serviço de Fomento Mineiro et je vais reprendre ce même sujet car les travaux de recherche et reconnaîssance, qui depuis lors ont été faits pour ce Service, par les ingénieurs Rocha Gomes et Fernando Silva et par moi-même, ont apporté de noveaux et importants éléments quant à la géologie, caractéristiques, genèse et réserves de ces mineraux.

6. Prospecção de Pirites no Baixo Alentejo.
A. A. Rocha Gomes ; F. J. da Silva (41 páginas)
Resumo: Desde 1944 o serviço de Fomento Mineiro tem vindo a estudar a faixa piritosa, com o objectivo de localizar novos jazigos de pirite e aumentar, assim, as reservas nacionais deste minério que, pelas suas múltiplas aplicações, é de um indescutível interesse na actualidade. (…)A génese dos jazigos é ainda muito discutida, mas é mais correntemente defendida uma origem hidrotermal, com metassomatose dos xisto, em zonas de fraqueza estrutural (shear zones). Lindgren admite a sua formação a temperaturas e pressões tais que teriam exigido uma cobertura de sedimentos de 1000 a 4000 metros. Se muitas massas afloravam, isso, deve-se à erosão. Provavelmente, existem concentrações cujos cumes não foram expostos.
Com base nesta hipótese, e considerando a alta condutividade do minério, foi feita nas áreas que o levantamento anteriormente referido indicou como favoráveis, prospecção electromagnética pelo método Turam, patente da firma sueca Aktiebolaget Electrisk Malmletning.
(…) Resumo Parcial

7. Uma Alteração na Aparelhagem de Prospecção Sísmica do Serviço de Fomento Mineiro.
J. Lopes Paradela (10 páginas)
Resumo: In order to eleminate errors due to lags of blasting caps and, overall, due to variable lags from one to another cap, since the seismic refraction party of Serviço de Fomento Mineiro could not obtain no-lag caps, a modification has been introduced in the shot control box.The aim of the modification was the record as instant of explosion, instead of the blasting of caps, the breaking of a wire, wound around the explosive charge. This wire must be electric ally plugged just at the same contact where caps were formely connected. The electric circuit of that wire must, of course, be balanced as before. Caps are now electrically plugged to a new circuit which is also supplied with current by the previous battery.


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