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Vol. XIX, Fasc. 3/4 (1970)

Vol. XIX, Fasc. 3/4 (1970)


Vol. XIX, Fasc. 3/4 (1970)Categoria: Publicações, Estudos, Notas e Trabalhos, 1970 a 1979

15.90

O preço inclui IVA à taxa legal em vigor.

Descrição

Artigos

1. Geoquímica de Alguns Granitos do Norte de Portugal e suas Relações com Mineralizações Estaníferas
J. M. Santos Oliveira (50 páginas)
Resumo: Na área estudada, situada no Norte de Portugal entre Amarante e Celorico de Basto, afloram essencialmente granitos e outras rochas eruptivas afins. O estudo petrográfico destas rochas mostrou-nos a ocorrência de granito porfiróide biotítico, granito equigranular biotítico, granito biotítico com leves tendências granodioríticas e inclusões tonalíticas, rochas que se supõem ser hercínicas, além da existência de um granito albítico de duas micas. Nesta área localizam-se depósitos estaníferos (e volframíticos) que manifestam certas relações com os granitos.Efectuámos análises mineralógicas de quartzo e biotite nos granitos por difractometria dos raios-X, a fim de estabelecermos relações entre a composição mineralógica desses granitos e a distribuição de vários oligoelementos.
Por meio de análises espectrográficas de emissão determinámos os teores de Ba, Sr, Ga, Cr, Co, Ni, Li e Sn em 88 amostras de granitos e 81 das suas biotites. Estas tinham sido previamente isoladas por separação magnetica. Todo o processo de amostragem dos granitos e biotites foi considerado com certo cuidado, pelo que o explicamos em detalhe. A determinação quantitativa do Sn em granitos (e biotites) espacial e geneticamente estaníferos revelou enriquecimento acentuado em relação a granitos (e biotites) estéreis de outras áreas.
De todos os tipos de granitos da área estudada, o teor mais elevado aparece no «granito albítico de duas micas» de Vila Real. Parece-nos ser de considerar este método em prospecção geoquímica para delimitação de áreas com provável potencial de mineralização estanífera. Sempre que seja possível, dever-se-á dar preferência à análise em biotites pois que elas constituem amostras mais representativas e dão-nos diferenças relativas mais nítidas do que a rocha total. O Li também apresenta, nas biotites, distribuição paralela à do Sn, pelo que a existência de uma correlação positiva pode ser aproveitada em trabalhos deste género. Os teores dos vários oligoelementos no granito albítico de duas micas da região de Vila Real são quase sempre substancialmente diferentes em relação aos dos outros tipos graníticos.

2. Notes sur la Stratigraphie et le Volcanisme de la Province Pyrito-cuprifère du Baixo-Alentejo (Portugal)
Roland Delcey (28 páginas)
Resumo: L’óbject de cette note est d’exposer succintement les quelques faits marquants que j’ai pu relever au cours de mes itineráires à travers les plaines du Baixo-Alentejo; j’essaierai d’en tirer quelques conclusions générales. Il faut suoligner qu’il ne s’agit pas du résultant final dúne recherche menée à son terme.Le travail que j’avais entrepis, dans le cadre d’une étude d’ensemble de la province pyrito-cuprifère du Sud de l’iberie, fut interrompu brutalement; presque toutes mes notes et mes levers disparurent ao cours d’un incendie. Aussi trovera-t-on surtout ici des observations fragmentaires et quelques idées souvent insuffisamment étayées à mon gré. Toutefois les donées qui suivent seront peut-être utiles aux chercheurs qui essaieront de débroiller l’écheveau jusq’à son terme.

3. Rochas Dolomíticas de Santiago do Cacém
Giuseppe Manuppella (20 páginas)
Resumo: Após uma referência sucinta à geologia da área abrangida pelo presente estudo, o autor apresenta os resultados de análises feitas em rochas colhidas em afloramentos infraliásicos e liásicos.

4. Sobre a Existência de Bentonite em Portugal
A. M. Galopim de Carvalho (12 páginas)
Resumo: Nota sobre as principais formações portuguesas com argilas montmoriloníticas, as quais correspondem a depósitos sedimentares ou a argilas de alteração de rochas eruptivas, geralmnte, básicas. Dado o interesse da indústria pela bentonite, chama-se a atenção para a necessidade do estudo adequado das referidas formações e, ainda, da prospecção de outras susceptíveis de conterem argilas daquele tipo.

5. Sobre o Prolongamento e Presumível Idade dos “Calcários e Diabases” de Barrancos
J. Correia Perdigão (14 páginas)
Resumo: O autor pretende mostrar o prolongamento, na região do Alandroal, e determinar a idade, do grupo de formações barranquenhas a que Nery Delgado chamou «Calcários e diabases». Baseado na semelhança litológica e na localização entre os alinhamentos graptolíticos de Noudar e Russiana, mostra o autor prolongarem-se as formações de Barrancos no Alandroal. Apoiado em observações de campo, em microfauna (embora rara e mal conservada) e na correlação com o sinclinal do Bussaco, atribui-lhes idade caradociana. Quanto à mineralização admite a hipótese de se relacionar com a intrusão eruptiva local, provavelmente com a orogenia tectónica.

6. Substâncias Minerais não Metálicas do Distrito de Faro. Contribuição para o seu Conhecimento
V. M. Correia Pereira (16 páginas)
Resumo: O autor, depois de uma descrição sumária da geologia do distrito focando particularmente o seu aspecto litológico, trata dos materiais explorados – sienito nefelínico, basalto, calcário, argila, saibro, grés, xisto, grauvaque e brecha calcária – anotando as suas aplicações e correlacionando os diversos materiais com as formações geológicas a que pertencem.Indica as produções relativas a 1969 e, finalmente, apresenta um capítulo de conclusões no qual chama a atenção para as possibilidades em dolomitos, calcários e margas, areias e argilas, gesso, sienito nefelínico e salgema. Aproveita-se a oportunidade para fornecer uma extensa bibliografia, relativamente ao Algarve.


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